– Eu sempre falo que um clube tem poucos ídolos. Rogério, Raí. Gente que conseguiu lucrar muitos títulos. O torcedor, e eu não sou do Brasil, não conheço toda a história do clube, mas tento entender o que essa gente sente. O clube passou dez anos carentes de jogadores que se identificavam. E começaram a se identificar comigo. As coisas aconteceram muito. Fiquei primeiro seis meses, prometi que ia voltar, voltei. Em 2022, melhor ano, fiz as coisas muito, perdi a final, me levantei. Em 2023, me machuquei, saí vencedor. Acho que hoje eu não me considero ídolo, mas considero que minha imagem mudou depois da Despensa do Brasil.
