Março 30, 2025
escândalo das joias de Bolsonaro repercute na prelo internacional – Política – CartaCapital

escândalo das joias de Bolsonaro repercute na prelo internacional – Política – CartaCapital

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A invenção de um provável esquema proibido para venda de joias e outros artigos de luxo recebidos pelo Brasil uma vez que presentes oficiais durante a presidência de Jair Bolsonaro teve repercussão internacional. Vários jornais e sites estrangeiros noticiaram o ponto.

Desde que a Polícia Federalista indiciou, na semana passada, o ex-presidente por lavagem de numerário e outros crimes, em uma investigação sobre o suposto ramal de joias dadas pela Arábia Saudita, o tema tem chamado a atenção da prelo internacional. Em título, o jornal suíço O clima explica em sua edição desta quinta-feira 9 que “Jair Bolsonaro é denunciado de tentar roubar US$ 1,2 milhão em joias”.

Fundamentado em informações divulgadas pela investigação na segunda-feira 8, o quotidiano relata uma vez que o ex-chefe de Estado teria se beneficiado de um sistema para a venda proibido de joias e artigos de luxo. “Alguns itens foram vendidos e os valores obtidos foram convertidos em numerário e entraram no patrimônio pessoal do ex-presidente sem passar pelo sistema bancário formal”, resumiu o jornal.

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O caso foi noticiado pela primeira vez em março de 2023, pelo jornal O Estado de S.Paulo. As joias estavam dentro de uma mochila da comitiva do ministro de Minas e Virilidade, que retornava de uma viagem solene ao Oriente Médio. Funcionários do governo fizeram vários movimentos para liberar as peças, o último deles dias antes do término do procuração de Bolsonaro. Posteriormente, foi revelada a existência de outros dois conjuntos de joias que não estavam no pilha presidencial depois Bolsonaro deixar o poder, apesar de esse tipo de presente constituir patrimônio público, segundo o Tribunal de Contas da União.

O gálico O mundo também noticiou o escândalo e deu detalhes sobre os objetos envolvidos no caso. “Os presentes incluíam um argola, um grudar e brincos da marca suíça Chopard no valor de murado de US$ 828.000, muito uma vez que relógios Chopard e Rolex de ouro e diamante e outras joias”, conta o vespertino, reproduzindo as informações divulgadas pela polícia brasileira.

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Patrimônio vernáculo

O jornal gálico Liberar, que acompanha o caso desde a semana passada, escreve que “nos países democráticos, os presentes oferecidos aos chefes de Estado por convidados estrangeiros tornam-se segmento do patrimônio vernáculo e nunca são considerados presentes pessoais”. “No entanto”, compara o quotidiano, “Jair Bolsonaro e sua comitiva tentaram contornar essa regra”.

O jornal explica ainda que na França, esses objetos são mantidos na chamada Réserve Espírito, “um repositório individual de móveis próximo às margens do Sena, no 7º arrondissement de Paris, do qual endereço é mantido em sigilo”. Somente alguns itens são exibidos durante a Jornada do Patrimônio, conta o Liberar.

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“É a segunda vez em poucos meses que Bolsonaro é formalmente nomeado uma vez que suspeito de um delito”, contextualiza o jornal português Público. Em março, lembra o quotidiano, o ex-presidente foi indiciado pela Polícia Federalista na sequência de uma investigação sobre a suposta falsificação de certificados de vacinação contra a Covid-19. O ex-presidente também está sendo investigado por uma provável participação na tentativa de golpe de Estado depois sua guião nas eleições de 2022, ressalta o jornal português.

“O populista sul-americano, simpatizante de Donald Trump, ainda não comentou as últimas alegações contra ele, mas já havia recusado qualquer irregularidade durante seu período uma vez que presidente”, resume o jornal britânico O guardiãoque apelidou o caso das joias de Joiasgate.

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