Em nota, a organização declara que “com votação de 1.225 pessoas, metroviárias e metroviários aprovam greve para dia 22/5, e tertúlia dia 21/5 para organizar a paralisação. A diretoria do sindicato e a percentagem de negociação exigem que o Metrô apresente proposta para evitar a greve”.
Representantes dos metroviários afirmam que cinco reuniões ocorreram sem que o Metrô apresentasse proposta de salário superior a 2,77%, principal campanha dos trabalhadores. Por outro lado, o Metrô declarou que só conseguirá entregar proposta em 5 de junho.
Demandas que motivaram a greve no metrô de SP
Além do reajuste no salário maior do que 2,77%, o grupo também possui outras reivindicações. Por exemplo, recontratação de oito funcionários que foram demitidos na greve anterior e efetivação dos agentes que foram aprovados em concurso público de 2019.
Porquê sinal de mobilização e engajamento com a greve no metrô de SP, os metroviários trabalham sem uniforme e usam camisetas da Campanha Salarial nas estações.