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© Reuters. Presidente dos EUA, Joe Biden
16/11/2023
REUTERS/Brittany Hosea-Small
WASHINGTON (Reuters) – A Mansão Branca contestou nesta sexta-feira a validade de um sindicância de impeachment transportado por republicanos na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos sobre as negociações comerciais do fruto do presidente norte-americano, Joe Biden.
Uma missiva do consultor jurídico da Mansão Branca, Dick Sauber, enviada aos republicanos da Câmara que lideram a investigação disse que o sindicância não é válido, uma vez que a Câmara não votou para autorizá-lo. Uma traslado da missiva foi vista pela Reuters.
“Vocês parecem tão determinados a acusar o presidente que deturparam os fatos, ignoraram as evidências esmagadoras que refutavam suas afirmações e mudaram repetidamente a lógica do seu ‘sindicância’”, escreveu Sauber ao presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, James Consumir, e ao presidente do Comitê Judiciário da Câmara, Jim Jordan.
Consumir, um republicano de Kentucky, disse: “Se o presidente Biden não tem zero a esconder, logo ele deveria disponibilizar sua equipe atual e antiga para testemunhar perante o Congresso sobre o manuseio incorreto de documentos confidenciais”.
Os republicanos acusaram Biden de lucrar com os negócios de seu fruto, Hunter, enquanto atuava porquê vice-presidente entre 2009 e 2017.
Eles não encontraram nenhuma evidência de má conduta do próprio Biden. A Mansão Branca afirma que Biden não fez zero de incorrecto e que os republicanos não têm base para um sindicância de impeachment.
Sauber disse que as recentes intimações e exigências de depoimentos no Congresso a vários funcionários da Mansão Branca e membros da família Biden foram irresponsáveis.
(Reportagem de Steve Holland e Makini Brice)