A “paralisação lunar” começa a ocorrer a partir desta sexta-feira (21) e, mesmo que o fenômeno seja observável somente do Hemisfério Setentrião, também é verosímil acompanhá-lo on-line.
Ó lunistício ocorre aproximadamente a cada 18 anos e poderá ser observado até meados de 2025, com pico em janeiro do próximo ano.
O fenômeno é publicado uma vez que “paralisação lunar” pois, uma vez que a Lua nasce e se põe em pontos mais distantes do firmamento, ela fica mais tempo visível, gerando a sentimento de que o satélite está “paralisado” no mesmo lugar ao longo da noite.
O que é o lunistício?
Assim uma vez que o Sol, a Lua nasce no leste e se põe no oeste. No entanto, ao contrário do Sol, o nascer e o pôr da Lua mudam mais para o setentrião ou para o sul ao longo do mês e ao longo dos anos.
E a cada ciclo lunar de 18,6 anos, o satélite nasce no ponto mais extremo ao setentrião e se põe no ponto mais extremo ao sul — causando a chamada “paralisação da Lua”, que fica mais tempo visível no firmamento.
A última vez que um lunistício ocorreu foi em 2006, mas ele não dura somente um final de semana, e deve continuar sendo observado até 2025.
Porquê seguir o lunistício?
O lunistício de 2024 será visível somente do Hemisfério Setentrião e não poderá ser observado no firmamento do Brasil.
No entanto, uma transmissão ao vivo diretamente de Stonehengena Inglaterra, dá a oportunidade de ver a trajetória da Lua na noite desta sexta-feira (21).
A transmissão começa às 17h30, no horário de Brasília, desta sexta-feira e você pode acompanhá-la clicando cá.
A escolha do sítio ocorre pouco tempo depois a divulgação de um estudo que sugere que a construção do monumento de Stonehenge — envolta em muitos mistérios — estaria ligada à movimentação da Lua no firmamento e especificamente ao lunistício.
Pesquisadores da Universidade de Leicester, na Inglaterra, investigam o roupa de que segmento das pedras de Stonehenge se alinha perfeitamente com as extremidades da Lua durante o período de paralisação lunar.
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