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Um relatório de 2023 da Umbrella Wellbeing que analisou a percepção dos profissionais neozelandeses sobre seus ambientes de trabalho e qualidade de vida, mostrou que entre os chefs entrevistados, quase um em cada dez relatou sofrimento mental, além de altos níveis de fadiga física e emocional.
Muitos enfrentam distúrbios do sono e estilos de vida pouco saudáveis, com 15% consumindo álcool cinco ou mais vezes por semana e 11,4% admitindo o uso de drogas ilícitas (LSD, cocaína, heroína, metanfetamina ou ecstasy) no último ano.
Com a morte de Anthony Bourdain, muitas associações passaram a tratar o tema da saúde mental na gastronomia de maneira mais direta, buscando abrir um diálogo mais franco para prevenir novas tragédias.
Em 2018, Charles Ford, gerente de um restaurante de alto padrão em Chicago, decidiu romper o silêncio sobre suas próprias tentativas de suicídio. Aos 31 anos, revelou publicamente que havia tentado tirar a própria vida três vezes entre o final de 2015 e a primavera de 2016.
Para Ford, o sofrimento emocional é frequentemente mascarado no ambiente profissional da gastronomia, e falar abertamente sobre o assunto é o primeiro passo para mudar essa realidade.
Seu depoimento refletiu uma crescente preocupação com o bem-estar dos profissionais do setor. No rastro da pandemia, diversas instituições foram criadas para abordar o tema. A Me, Myself in Mind, fundada por Merly Kammerling, surgiu com o objetivo de oferecer suporte psicológico e reduzir o estigma em torno da saúde mental na indústria da hospitalidade.
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