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Os inimigos de Israel atacam novamente o senador de Berlim Joe Chialo. Não se deve banalizar este esquema de cores: a violência contra as coisas é seguida pela violência contra as pessoas.
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As manchetes relatam um “ataque de pintura” à casa do senador cultural de Berlim, Joe Chialo, em que a entrada da casa foi pintada com tinta vermelha e slogans como “Genocídio Joe Chialo” foram deixados para trás. Este incidente é considerado um ataque porque a violência já foi cometida contra Chialo antes. O senador sugeriu que o financiamento cultural deveria depender de uma clara rejeição ao anti-semitismo, o que gerou polêmica. Os ataques a Chialo são vistos como reacionários, antissemitas e antipalestinos e representam uma deslegitimação do discurso democrático.
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© Sebi Berens/ZEIT ONLINE
Isso não é um exagero? As manchetes falam de um “ataque de pintura” à casa do senador cultural de Berlim, Joe Chialo (CDU). É como se os vândalos que pintaram a entrada da casa com tinta vermelha e slogans como “Genocídio Joe Chialo” pudessem ser comparados a assassinos portando facas, pistolas ou explosivos.
Por outro lado, não é um eufemismo dizer que os engraxadores são “ativistas pró-Palestina”? Como se as suas acções pudessem ajudar a melhorar a vida dos palestinianos em Gaza, na Cisjordânia ou no Líbano?
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