Março 19, 2025
“À uma da manhã você sai”

“À uma da manhã você sai”

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Ivo Ele é um menino de 15 anos que o perdeu de vista na manhã da Epifania no Mar Menor. O perdido teria entrado na chuva em uma canoa com dois amigos. Eles caíram da canoa e os outros dois amigos conseguiram se salvar, mas Ivo ficou na chuva. Segundo a versão dos seus companheiros, que também afirmam que foi Ivo quem tomou a iniciativa de roubar a canoa e entrar no Mar Menor.

O jornalista Jorge Badía conversou com a mãe do jovem, Miglena. Não acredita que seu rebento teve a iniciativa de roubar o embarcação e nem sequer entrou voluntariamente na chuva porque não sabia nadar e o mar lhe dava “pânico”.

O Espejo Público trouxe à luz a conversa no WhatsApp que Ivo teve com um dos seus amigos na noite em que desapareceu:

Ivo: Diga-me, por que você me ligou?

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Colega: Você tem que ir para a morada do Javi

Ivo: Não posso transpor agora, não posso transpor. O ‘velho’ vai me pegar

Colega: Faça tudo que puder para transpor

Ivo: Vale

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Colega: Temos que fazer coisas, logo não me escreva agora, ok, e só responda 3 horas depois

Ivo: Eu já descobri, se você me vincular eu sei para que serve

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Colega: Vale

Ivo: Não posso transpor

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Colega: À uma da manhã você sai e vai até a morada do Javi

Depois desta conversa e durante a madrugada, Ivo Ele enviou sua localização para um colega, muito uma vez que capturas de tela desta conversa do WhatsApp. O jovem até conversou por telefone com a pequena. O jornalista Jorge Badía afirma que a jovem está disposto a testemunhar pela Guarda Social. “A investigação territorial do grupo de homicídios avança mais rápido do que o que está sendo feito no Mar Menor”, ​​observou.

“Não é típico do Ivo transpor de morada de chinelos e sem chaves”

Posteriormente 11 dias desaparecida, sua mãe diz que alguma coisa dentro dela quebrou. Ele afirma que não é uma vez que seu rebento transpor de morada de chinelo e sem chave. Miglena não gostou da companhia de alguns filhos e afirma que Ivo não queria problemas. “É É impossível ele roubar a canoa sozinho”, afirma. Ele não acredita que seu rebento esteja no Mar Menor e fica com temor quando o celular toca, caso lhe contem alguma coisa ruim.

Badía destaca que as capturas da conversa do WhatsApp contextualize o motivo. “Ele estava com temor e aquela forma de falar em código e convocá-lo à morada de Javier, o único maior de idade nesta história, revela uma verdade: aparentemente tanto um sobrevivente quanto o outro estavam faltando a verdade”, determina.

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A mãe tem consciência de que quando o rebento sai da escola, ele sai com pessoas indesejáveis. Ele sabe que poderia tendo participado de um assalto naquela noite mas é evidente que não foi ele quem teve a teoria e não foi ele quem falou em entrar no Mar Menor.

Fonte

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