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“Ela tinha um talento raro para reunir equipes e foi capaz de colocar rapidamente as Éditions Robert Laffont de volta no centro das atenções”, comentou Robert Laffont em um comunicado à imprensa. A ex-ministra da Justiça e escritora Christiane Taubira se perguntou sobre o coração dele?”
“O câncer matou Sophie Charnavel, editora e ativista dos direitos humanos. Um ser de luz nos deixou. Seu olhar ainda penetra na noite de sua partida. Muitos choram e já a procuram em sua memória atordoada. La France insoumise, Jean-Luc Mélenchon, em
“Ela era considerada em seu ambiente profissional como editora de documentos”
“A sua carreira editorial foi impressionante, assim como o seu talento, a sua mente aberta e o seu auto-sacrifício ao entrar nesta profissão”, disse a ex-Insoumise e cofundadora da Après (l ‘Associação para uma república ecológica e social) Raquel Garrido, destacando no X “as ações de solidariedade” que tem realizado para com os jovens de Seine-Saint-Denis.
Sophie Charnavel chegou ao grupo Editis em 2018, via Plon e Presses de la Renaissance, e desde 2020 dirige uma das casas mais prestigiadas do grupo, Robert Laffont. Já havia passado por Hachette, Denoël, Stock, Privé, Flammarion e Fayard.
“Ela era considerada no seu meio profissional uma editora de documentos (de golpes, diziam os ciumentos), mas tinha uma visão muito clara sobre os manuscritos supostamente literários que lhe submetíamos, e que ela dissecava com muita delicadeza”, disse escreve. no L’Express um dos romancistas que editou, Louis-Henri de La Rochefoucauld.
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