Março 28, 2025
Morada de Monte Carlo, sentença adiada para 30 de abril.  Fini presente no tribunal: foram solicitados 8 anos para ele

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Novidade Delhi, 19 de abril. – De contrato com previsões anteriores, Narendra Modi deverá invadir um terceiro procuração de cinco anos porquê primeiro-ministro nas eleições legislativas que serão realizadas a partir de amanhã na Índia. Sob a sua liderança, o país poderá aspirar a tornar-se uma superpotência económica, apresentando-se porquê uma escolha real à China para os investidores, num momento difícil para as relações entre Pequim e o Oeste. A Índia tem boas relações com a maioria das grandes economias e está cortejando agressivamente grandes empresas para que estabeleçam fábricas no país.

É uma das economias que mais crescem no mundo. O PIB per capita aumentou 55% entre 2014 – ano em que Modi se tornou primeiro-ministro – e 2023. O país passou do nono para o quinto lugar entre as economias mundiais no mesmo período. A expansão sustentada do país empurrará a Índia para o topo do ranking das maiores economias do mundo, subindo para o terceiro lugar, detrás dos Estados Unidos e da China, até 2027, dizem alguns observadores.

No entanto, as autoridades indianas poderiam fazer muito mais para aumentar o resultado interno bruto per capita, um indicador dos padrões de vida pelo qual o país ficou em 147º lugar em 2022, segundo o Banco Mundial. Guido Cozzi, professor de macroeconomia na Universidade de St. Gallen, na Suíça, disse à CNN que com o desenvolvimento poupado haverá “efeitos em cascata no PIB per capita”. Mas isto não garante “uma redução na desigualdade de rendimentos e podem ser necessárias políticas que promovam o desenvolvimento inclusivo”. Tal porquê a China há mais de três décadas, a Índia está agora a iniciar uma transformação maciça das suas infra-estruturas, investindo milhares de milhões para financiar a construção de estradas, portos, aeroportos e caminhos-de-ferro. Entretanto, investidores privados estão a erigir a maior medial de vigor verdejante do mundo.

De contrato com um relatório do mês pretérito da Organização Internacional do Trabalho, os indianos instruídos com idades entre 15 e 29 anos têm maior verosimilhança de permanecer desempregados do que aqueles sem qualquer instrução.” As taxas de desemprego juvenil na Índia são agora mais altas do que os níveis globais. A taxa de desemprego para A percentagem de jovens indianos com diploma universitário era superior a 29%, quase nove vezes superior à dos que não sabem ler nem grafar. mão-de-obra qualificada, o que se reflecte na elevada e crescente taxa de desemprego”, acrescentou.

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Os resultados são imediatamente visíveis, porquê comprovam os numerosos estaleiros abertos em todo o país. A Índia adicionou quase 55.000 quilómetros à sua rede rodoviária pátrio, um aumento de 60% na sua extensão totalidade, entre 2014 e 2023. Nos últimos anos, o país também criou uma série de plataformas tecnológicas, infraestruturas públicas digitais, que transformaram vidas e negócios. . Estes incluem o programa de identificação Aadhaar, que recolhe dados demográficos e biométricos dos cidadãos desde 2009, considerado a maior base de dados biométricos do mundo e que também ajudou o governo a poupar milhões ao reduzir a devassidão em iniciativas de assistência social. Outra plataforma, a Interface Unificada de Pagamentos (UPI), permite aos usuários efetuar pagamentos digitalizando um código QR. Foi adotado por índios de todas as esferas da vida. Em Setembro de 2023, citando um relatório do Banco Mundial, Modi disse que graças à sua infra-estrutura pública do dedo “a Índia alcançou objectivos de inclusão financeira em unicamente seis anos, o que de outra forma teria levado pelo menos 47 longos anos”.

O exaltação relativamente ao potencial de desenvolvimento da Índia reflecte-se no seu mercado de acções, que atingiu níveis recordes. O valor das empresas cotadas nas bolsas de valores indianas ultrapassou os 4 biliões de dólares no final do ano pretérito. A Índia tem duas bolsas de valores principais: a Bolsa de Valores Pátrio da Índia (NSE) e a BSE, a bolsa de valores mais antiga da Ásia, anteriormente conhecida porquê Bolsa de Valores de Bombaim. Novidade Deli está, em última estudo, numa procura pela diversificação da enxovia de fornecimento que empurra as empresas internacionais a conduzirem as suas operações fora da China, onde enfrentaram obstáculos durante a pandemia e são ameaçadas pelas crescentes tensões entre Pequim e Washington. A terceira maior economia da Ásia lançou um programa de incentivos no valor de 26 milénio milhões de dólares para atrair empresas para produzirem em 14 sectores, desde a electrónica e automóveis até produtos farmacêuticos e dispositivos médicos.

Porquê resultado, algumas das maiores empresas do mundo, incluindo a Foxconn, fornecedora da Apple (AAPL), estão a expandir significativamente as suas operações na Índia. O bilionário Elon Musk disse na semana passada no X que “ansia” por encontrar Modi na Índia, sem informar uma data. Espera-se que o superintendente da Tesla (TSLA) anuncie em breve um grande investimento na Índia, com a montadora supostamente vasculhando o país em procura de um sítio adequado para sua primeira fábrica asiática fora da China. No entanto, a economia da Índia, tal porquê a sua democracia, está longe de ser perfeita. Se for reeleito, Modi enfrentará o enorme repto de fabricar centenas de milhões de empregos para uma população que continua em grande segmento pobre. Com uma idade média de 29 anos, a Índia tem uma das populações mais jovens do mundo, mas ainda não é capaz de colher os potenciais benefícios económicos da sua grande população jovem.

A perceptibilidade sintético também estreia entre as ferramentas utilizadas na campanha para as eleições indianas, que abrem hoje. Uma mensagem personalizada do primeiro-ministro Narendra Modi, dirigida a eleitores individuais, chamados pelo nome, mas também vozes clonadas do original dos políticos em chamadas telefónicas que chegam diretamente aos cidadãos, geridas por chatbots porquê o ChatGpt. Estas são algumas das ferramentas com as quais a perceptibilidade sintético se estreia entre as ferramentas utilizadas na campanha para as eleições indianas que se abrem amanhã.

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O New York Times relata imagens de vídeos ‘personalizados’ de Modi, gerados por perceptibilidade sintético e partilhados no WhatsApp, nos quais o primeiro-ministro parece dirigir-se diretamente aos eleitores individuais. O jornal verificou logo a possibilidade de replicar esta mensagem, descobrindo que um único laboratório pode fabricar – através de um “algoritmo de clonagem” que estuda o áudio, a compasso e as entonações da voz do político escolhido – até 10 milénio vídeos por dia. Aliás, explica-se, a IA generativa também pode remover barreiras linguísticas, o que é particularmente útil num país com pluralidade linguística.

A Índia continua a ser um grande país, mas não é notório que continuará a ser uma grande democracia. No dia do primeiro vez das eleições no gigante asiático – onde de amanhã até 1º de junho votarão pouco menos de um bilhão de eleitores em 28 estados federais e oito territórios – o ex-embaixador italiano em Novidade Delhi, Antonio Armellini, fala com o Adnkronos da Índia de Narendra Modi, que inicia o seu terceiro procuração, posteriormente dez anos no governo.

Com o líder do BJP “a Índia mudou muito, cresceu economicamente, melhorou internamente, o programa de investimento em infra-estruturas trouxe resultados e o sistema financeiro foi modernizado”, reconhece Armellini. Que entre os ‘méritos’ cita “o domínio do eleitorado, que se expandiu e deixou de ser unicamente o tradicional do BJP”, o partido dos comerciantes e empresários.

Ao mesmo tempo, observa o velho emissário, “o controlo dominador do governo Modi tornou-se cada vez mais opressivo, resultado de um mecanismo de controlo e consenso muito sofisticado”, enquanto a oposição dividida e fragmentada “está a ter dificuldade em transmitir qualquer tipo de mensagem que possa ser compreendida pelos eleitores”.

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A Índia cresce “mas crescem também as desigualdades”, sublinha ainda Armellini, à medida que caminha para se tornar “uma democracia autoritária cada vez mais distante do protótipo que a tornou única no continente asiático, uma grande democracia liberal, filha do pensamento político de XIX, que também teve Giuseppe Mazzini entre os inspiradores da luta pela independência”. “A Índia secular, tolerante, multiétnica, respeitadora do Estado de Recta, não é a Índia de Modi, que tem uma identidade potente – argumenta o ex-embaixador -. questão da democracia”.

Quanto à política externa de Novidade Deli, que “se percebe porquê uma grande potência ao mesmo nível dos Estados Unidos e da China, o ponto de partida é que a Índia não tem alianças, mas sim relações, é parceira de muitos, mas na sua interesse próprio”. Que é a de “grande autonomia de poder com dois pontos de referência essenciais: o conflito com a China e o conflito com o Paquistão”, explica Armellini. E qualquer um que, “porquê às vezes os Estados Unidos tentam fazer, pensa que pode unir-se numa federação real, corre o risco de permanecer gravemente desapontado”. Por último, o ex-embaixador diz estar convicto de que Novidade Deli tem “uma maior capacidade de atração para se tornar o ponto de referência para o Sul global”, em pessoal em confrontação com Pequim, que “exige que outros países tomem partido”, enquanto a Índia tem uma abordagem menos baseada na identidade.

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