O VAR viu tudo isso aí e dormiu nos lances em que deveria interferir uma vez que dois pênaltis. Houve uma mão de Medel na superfície e um empurrão de Ganso em Vegetti na outra superfície. O momento em que o VAR acordou foi para indicar um provável pênalti de Tubo em esfera na mão que pareceu junto ao corpo.
A imagem de um impedimento de David, na traço do meio-campo, pode até estar certa porque é esse o ângulo usado nos escanteios e há uma ilusão de ótica. Mas, para o torcedor, fica difícil chegar a uma peroração.
É verdade que os jogadores dos dois tempos não ajudaram o curso da partida. Extremamente nervosos, forçaram contatos, se jogavam teatralmente na superfície. Houve uma influência, óbvia, da instabilidade gerada pela arbitragem.
Esse caos chegou ao seu vértice em lance de esfera paragem do Vasco. Por duas vezes, houve confrontos entre jogadores dos dois lados, com empurrões. De início, normalmente. Até que André, que deveria ser expulso, jogou um rival no solo.
Dali, saiu empurrões para todos os lados, uma confusão. Bruno Correia deu dois vermelhos aleatórios para Medel e Thiago Santos – Fernando Diniz já tinha sido expulso antes. Foram 11 cartões no totalidade.
De estabilidade, a arbitragem e essa atitude dos jogadores atrapalharam um jogo que tinha até alguns elementos interessantes no confronto de toque de esfera do Fluminense, pouco incisivo, com o jogo físico e de velocidade do Vasco.
Fonte
Compartilhe: