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Globos de Ouro
“Mal Viver/Viver Mal”, díptico de João Caniço chega aos Globos de Ouro com três nomeações, uma de melhor filme e duas de melhor atriz, depois de somar vários prémios nacionais e internacionais. “Mal Viver” conseguiu, este ano, uma premiação inédita na história do cinema português ao receber o Urso de Prata em Berlim.

imagem aliança
O díptico “Mal Viver” e “Viver Mal” de João Canijo é um dos nomeados para Melhor Filme da 28.ª edição dos Globos de Ouro. Na categoria de Cinema, soma ainda duas nomeações para Melhor Atriz, com Anabela Moreira e Rita Blanco. Realizados em paralelo pelo autor, “Mal Viver” e “Viver Mal” são longas-metragens que se ligam e que têm como ponto central um hotel gerido por uma família.
Os filmes estrearam-se no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em fevereiro: “Mal Viver” entrou na competição oficial, acabando por vencer o Urso de Prata do Prémio do Júrie “Viver Mal” foi exibido na secção “Encounters”. Nas salas portugueses, os filmes estrearam-se a 11 de maio e foram vistos por 17 mil espectadores.
Na reta final do ano passado, “Mal Viver” foi o candidato de Portugal a uma nomeação ao Óscar de Melhor Filme Internacional da 96.ª edição dos prémios norte-americanos de cinema, que aconteceram em março deste ano, não conseguindo, no entanto, colher a aprovação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas a Hollywood.
“Mal Viver” “é a história de uma família de várias mulheres de diferentes gerações, que arrastam uma vida dilacerada pelo ressentimento e o rancor, que a chegada inesperada de uma neta vem abalar, no tempo de um fim de semana”, lê-se na sinopse. “Viver Mal” segue em paralelo àquela história, focando-se nos hóspedes que passam pelo hotel.
Produzidos por Pedro Borges, da Midas Filmes, “Mal Viver/Viver Mal” têm como diretora de fotografia Leonor Teles (“Balada de um Batráquio”, “Cães que Ladram aos Pássaros”) e são protagonizados por Anabela Moreira, Rita Blanco, Cleia Almeida e Nuno Lopes. O elenco é maioritariamente feminino: Rita Blanco, Anabela Moreira, Madalena Almeida, Cleia Almeida, Vera Barreto, Filipa Areosa, Leonor Silveira, Lia Carvalho, Beatriz Batarda, Leonor Vasconcelos e Carolina Amaral, às quais se juntam dois homens: Nuno Lopes e Rafael Morais.
A produtora Midas Filmes descreve as duas longas-metragens como “um dos mais ambiciosos empreendimentos artísticos dos anos mais recentes” no percurso de João Canijo.
Para além da indicação aos Óscares e da conquista do Urso de Prata, “Mal Viver” arrecadou o Prémio de Melhor Realizador no Festival de Montevideo e o Grande Prémio e o Prémio do Público no Festival de Las Palmas de Gran Canária, em Espanha. A nível nacional, na 13.ª edição dos Sophia, João Canijo recebeu o prémio de Melhor Realização e conquistou ainda o de Melhor Filme por “Mal Viver”.
Os filmes “Mal Viver” e “Viver Mal” podem ser vistos na plataforma portuguesa de cinema independente “do filme“.
João Canijo já conquistou três Globos de Ouro de Melhor Filme: o primeiro em 2005, com “Noite Escura”, o segundo em 2012, com “Sangue do Meu Sangue” e o terceiro em 2014 com “É o Amor”.
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