“Não é tolerável (…) batermos com a mão no peito a manifestar que acreditamos no congraçamento de mobilidade da CPLP e vivermos em sossego com a teoria de que os cidadãos que venham a abrigo desse regime são na verdade pessoas tratadas uma vez que de segunda”afirmou o governante, que na segunda-feira apresentou o Projecto de Ação para as Migrações.
Uma vez que estão confinadas ao território vernáculo e não beneficiam dos mesmos direitos de circulação do espaço Schengen que outros residentes. “Em vez de terem uma identificação – padrão uniforme Schengen – têm um “papelete” com um QR Code”salientou.
O ministro da Presidência defendeu que honrar o congraçamento sobre mobilidade da CPLP significa resolver os problemas de realização e garantiu que as novas regras vão ultimar com situações de indignidade.
Declarações de Leitão Amaro esta tarde em Lisboa numa conferência sobre o tema das migrações, onde sublinhou a valia de a transmigração ter regras para evitar que os migrantes caiam nas mãos de redes criminosas.