24 novembro 2023 13:12
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Já em pré-campanha, o secretário-geral do PCP tem apostado nas ações de rua FOTO António Pedro Santos/lusa
As eleições são em março, mas os comícios à esquerda já arrancaram. O Conjunto quer combater a “crise de crédito” com um “programa evidente”. O PCP reforça a agenda do secretário-geral. Para já, empurram-se as clarificações quanto a acordos pós-eleitorais para depois da campanha
24 novembro 2023 13:12
A campanha eleitoral pode estar marcada para final de fevereiro, mas dentro dos partidos está assumido que a corrida às legislativas já arrancou. À esquerda, esse arranque é mais notório, com Conjunto de Esquerda e PCP a marcarem já “grandes comícios”, esta semana e na próxima, para medir o pulso ao eleitorado. Depois de a investigação que derrubou o Governo produzir uma “crise de crédito”, os bloquistas acreditam que a resposta está em “políticas claras” em áreas porquê a Habitação, a Saúde e a Instrução. Sobre eventuais entendimentos pós-eleitorais à esquerda, todos os envolvidos mantêm-se em silêncio. Porém, dentro do Conjunto, abre-se a porta a uma “clarificação” ainda antes da ida às urnas.
Tanto Mariana Mortágua porquê Paulo Raimundo têm sido pressionados a relevar se dariam luz verdejante a um novo concordância à esquerda, mas sem sucesso. O Conjunto atira as respostas para depois de o PS escolher o líder e o PCP insiste no reforço só do partido. No núcleo bloquista reconhece-se que é “normal” o pedido de “clarificação” e que o silêncio não poderá porfiar até ao final da campanha. “Em qualquer momento terá de se discutir o que significa para a esquerda impedir que a direita faça Governo”, disse ao Expresso nascente próxima da direção do partido.
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