Março 10, 2026

Uma vez que a IA está revolucionando descobertas científicas

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A lucidez sintético já está presente no nosso cotidiano. Mas para muito além do ChatGPT, essa tecnologia está sendo amplamente utilizada por pesquisadores de todo o mundo para novas descobertas científicas.

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Inteligência Artificial
IA já foi adotada por pesquisadres de todo o mundo (Imagem: Sutthiphong Chandaeng/Shutterstock)

Uma revolução no campo científico

  • As ferramentas de IA são capazes de gerar e processar enormes quantidades de dados, substituindo o equivalente a anos de estudos e trabalho humano.
  • Essas aplicações representam uma verdadeira revolução na forma de estudar e produzir pesquisa.
  • Os modelos usados por pesquisadores estão presentes em todas as fases do trabalho, desde a geração de hipóteses à concepção, monitoramento e simulação de experimentos, até à publicação científica e informação.
  • De entendimento com Organização Científica e de Pesquisa Industrial da Commonwealth (CSIRO), escritório de ciência da Austrália, 99% das áreas de pesquisa já produzem resultados com imposto da lucidez sintético.
  • A tecnologia também pode contribuir para as chamadas metanálises, que revisam as conclusões de várias pesquisas da mesma dimensão.
  • As informações são do Nexo Jornal.
Imagem simulando uma IA
Uso da IA tem reduzido consideravelmente tempo necessário para novas descobertas científicas (Imagem: Pexels)

Descobertas feitas a partir do uso da IA

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, usaram a IA para desenredar (em um tempo muito menor do que o normal) uma novidade classe de candidatos a antibióticos. A tecnologia rastreou milhões de compostos químicos e testou 283 dos mais promissores em camundongos, demonstrando que vários deles eram eficazes contra bactérias resistentes a remédios disponíveis no mercado.

Já uma IA criada pela empresa britânica DeepMind catalogou, em 2022, mais de 200 milhões de proteínas, praticamente todas que existem. O trabalho, que durou exclusivamente 18 meses, foi revolucionário, uma vez que identificar essas estruturas havia sido um dos maiores desafios da biologia nas últimas décadas.

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De volta aos Estados Unidos, cientistas da Universidade de Stanford, programaram computadores para que aprendessem biologia por conta própria, executando um programa de IA semelhante ao ChatGPT. O grupo treinou as máquinas com dados brutos de milhões de células e sua formação química e genética, mas sem ensinar seu significado.

Os computadores aprenderam em exclusivamente seis semanas informações que a humanidade levou mais 134 anos para desenredar. O objetivo dos pesquisadores é que, com o tempo a lucidez sintético faça outras descobertas de maior profundidade, relacionadas a doenças porquê o cancro, por exemplo.

Pesquisadores brasileiros também estão adotando a IA. Equipes da Universidade Federalista do Rio Grande do Setentrião (UFRN) e da Universidade Federalista do Paraná (UFPR) usaram a tecnologia para monitorar corais por meio de imagens publicadas nas redes sociais. O objetivo é encontrar uma escolha ao monitoramento tradicional da espécie, que costuma ser dispendioso e demorado, além de contribuir para a conservação ambiental.

Enquanto isso, uma instrumento criada pela empresa chinesa Huawei faz previsões do tempo de forma milhares de vezes mais rápida e mais barata. A IA ainda é uma esperança para reduzir o consumo de virilidade para a realização desses cálculos.

Por término, cientistas da Universidade de Liverpool, no Reino Uno, usaram a lucidez sintético para procurar materiais que tivessem as propriedades necessárias para erigir baterias melhores. Foram pesquisados todos os 200 milénio compostos cristalinos estáveis ​​e conhecidos no sistema inorgânico. A IA foi capaz de reduzir para exclusivamente cinco o número de candidatos para testes em laboratório.



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