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“O indiciamento é quando a polícia entende que há acusações de alguma coisa falso, acusações de alguma coisa que pode ser criminoso. Não significa que eu fiz alguma coisa falso, ou minha sociedade fez alguma coisa falso. Significa que alguém ali fez alguma coisa falso. Vocês estão pensando. Eu sou uma das pessoas envolvidas, por fim de contas, eu sou o sócio da empresa”, afirmou Cariani.
Cariani segue em liberdade depois a Justiça negar, nesta segunda-feira, pedido de prisão feito pelo Ministério Público contra o também influenciador, que prestou prova à PF também nesta segunda. O empresário foi enquadrado por tráfico equipado porque, segundo a PF, ele não se envolveu diretamente com as substâncias ilícitas, mas com o resultado químico talhado à preparação dos entorpecentes.
“Toda essa investigação prossegue porquê tem que obrigação. Muitas pessoas falando: ‘Renato, tá saindo na mídia aí que você foi indicado, tudo e tal’. Pessoal, isso faz secção do processo, continua da mesma forma, que é uma investigação para apurar os fatos e as responsabilidades. Tem zero desempenado, entendido”, rechaçou o empresário.
Renato Cariani é claro da PF:
Cariani foi um dos alvos da Operação Hinsberg, deflagrada na terça-feira passada para desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas. De conformidade com o pesquisador, ele foi claro de procura e inquietação depois identificarem 60 transações dissimuladas para mascarar meandro de produtos químicos para produção de drogas, principalmente crack.
Nesta segunda-feira, ele ainda prestou prova na sede da Superintendência da Polícia Federalista em São Paulo, na Zona Oeste da capital paulista. O fisiculturista chegou ao sítio por volta das 13h30, escoltado do legisperito. Antes de prestar prova, ele não quis comentar as investigações e que ainda não se trata de um questionário criminal.
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De conformidade com o pesquisador, o esquema do qual Renato Cariani fez secção desviou, em seis anos, uma quantidade de produtos químicos suficiente para produzir 19 toneladas de crack. A investigação, em parceria com o Grupo de Combate ao Transgressão Organizado (Gaeco), começou em 2019 a partir de uma denúncia do laboratório AstraZeneca, o mesmo que fabrica vacinas e medicamentos.
O grupo de denúncia emitiu e faturou notas em nome de três grandes empresas entre 2014 e 2021, sendo elas: AstraZeneca, LBS e Cloroquímica. Até o momento, foram identificadas 60 transações vinculadas à organização criminosa — totalizando, aproximadamente, 12 toneladas de produtos químicos (fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila).
Ou por outra, os envolvidos usaram outras metodologias, segundo a PF, para ocultar os valores ilícitos recebidos, com uso de pessoas interpostas e empresas fictícias.
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Fisiculturista foi claro de uma operação da Polícia Federalista