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Envoltório TIME de ‘Maestro’ e Leonard Bernstein

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EUn Maestro, em cinemas selecionados em 22 de novembro e na Netflix em 20 de dezembro, Bradley Cooper estrela uma vez que Leonard Bernstein, um dos maiores compositores do século XX. O filme, também dirigido e co-escrito por Cooper ao lado de Josh Singer, enfoca o consórcio tumultuado do compositor com a atriz costarriquenha-chilena Felicia Montealegre (interpretada por Carey Mulligan) e os casos que ele teve com homens enquanto era casado com ela.

Uma vez que o filme retrata em uma sequência de sinceridade frenética, a grande chance de Bernstein ocorreu em 14 de novembro de 1943, quando, aos 25 anos, ele regeu a Filarmônica de Novidade York no Carnegie Hall – substituindo o maestro doente Bruno Walter. (No filme, ele aparece no último minuto – sem tentativa – mas a material da revista diz que ele estava praticando caso fosse necessário.) A partir daí, ele ficou famoso por obras populares uma vez que História do lado oeste e a pontuação para À litoral.

A TIME detalhou as excentricidades de Bernstein em uma reportagem de toga de 4 de fevereiro de 1957, saudando-o uma vez que o primeiro maestro nascido nos Estados Unidos com reputação internacional. Entre as qualidades que brilham tanto no filme quanto na reportagem de toga está o traje de Bernstein ter uma robustez ilimitada, ser extremamente extrovertido e muitas vezes esticado demais, o que prejudicava seus relacionamentos pessoais.

Capa do TIME de Leonard Bernstein
4 de fevereiro de 1957, toga da TIMEHENRY KOERNER

A reportagem de toga não foca em seu consórcio com Montealegre, mas há uma menção ao relacionamento deles, e é tudo sobre as tensões entre a dupla:

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Em sua lua de mel no México, Lennie descobriu que Felicia não sabia o que era particípio pretérito e começou a dar aulas de gramática até debutar a chorar. Ela admite que tem sido “difícil conviver com Lennie – mas qual varão com quem vale a pena viver não é? E de vez em quando ele só dá vontade de chorar: ‘Oh, obrigada por me amar!'” Apesar de sua fragilidade de porcelana , Felicia logo incutiu algumas virtudes ao lado da lareira em seu varão. Eles têm dois filhos – Jamie, 5, e Alexander Serge (nomeado em homenagem a Koussevitzky), 19 meses – e moram em um duplex de nove quartos, próximo ao Carnegie Hall. Mas a robustez feroz de Lennie torna difícil para ele relaxar; quando brinca com as crianças, relata Felícia, “ele brinca muito, joga muito supino, aperta com muita força”.

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A TIME também foi ensejo sobre a sexualidade fluida de Bernstein, embora não na história de 1957. Seu obituário de 1990 observou que “Ele se deleitava com sua vida privada uma vez que homossexual”, embora tenha permanecido casado com Montealegre até a morte dela em 1978.

Uma vez que metáfora para os seus esforços profissionais, a história da revista de 1957 invocava a imagem de “um malabarista cujas laranjas adquiriram subitamente uma vontade demoníaca própria”, acrescentando: “Bernstein encontra-se hoje com cinco carreiras no ar ao mesmo tempo”. A história o chamou de “Mickey Mantle of Music” e tornou-se poética sobre o charme de Bernstein, escrevendo: “Ele exala apelo sexual uma vez que uma enguia elétrica furada… quando ele decide dar a alguém toda a trouxa de charme, os olhos brilham uma vez que carvões que foram explodidos. As narinas educadas dilatam-se só um pouquinho, e a rica voz grave do violoncelo começa a suspirar de forma inteligente.

A cena em Maestro em que ele realiza várias tarefas no banheiro – conversando com as pessoas e trabalhando – tem alguma base na verdade, já que a TIME escreveu que Bernstein era divulgado por grafar música em banheiros masculinos, muito uma vez que em táxis, aviões e estações ferroviárias.

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Leia a toga de Leonard Bernstein 1957 da TIME no TIME Vault cá.

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