O sistema de concessões implementado para o MotoGP permitirá, em teoria, à Yamaha e à Honda aproximar-se dos outros três construtores. Os gerentes de equipe dos cinco construtores falam sobre esse fator, dizendo uma vez que é que acham que vai influenciar a era.
Davide Tardozzi (Ducati) “Ter estas fábricas japonesas com concessões ajuda muito a que voltem ao topo da grelha. Estiveram no pódio no ano pretérito, mas aceitamos esta situação. Ajudar os outros não nos dá vantagem no campeonato, temos de pensar nos testes leste ano, temos menos 70 pneus e isso é uma desvantagem. Mas aceitamos e queremos mostrar que seremos competitivos de qualquer forma”
Francesco Guidotti (KTM) “Para nós, muda muito, temos mais alguns pneus em verificação com o ano pretérito, mas eles têm uma grande ajuda e vão usá-la muito. Temos de estar focados em nosso trabalho, não temos de ver o que eles fazem ou não fazem. Focamos-nos no nosso trabalho e vamos ver”
Paulo Bonora (Aprilia) “As novas regulamentações vão ajudar os construtores que têm de restaurar, há muitas novas regras que vão ajudar, mas também vão ajudar o espetáculo. Ter em pistas muitas motos com um nível técnico próximo vai ajudar o espetáculo e esperamos que os fãs em moradia desfrutem mais”
Alberto Puig (Honda) “É uma grande ajuda, leste sistema não foi criado agora para nós, foi criado no pretérito para outros. Agora estamos a beneficiá-lo, vamos tentar usá-lo o sumo provável com as possibilidades que os regulamentos dão”
Massimo Meregalli (Yamaha) “Vão nos ajudar a correr o procedimento para melhorar a moto. Já fizemos dois dias de testes cá em Sepang, vamos tentar preparar corridas antemão, uma vez que Mugello, Misano ou Jerez. Vamos explorar as concessões o sumo que pudermos, o projecto é introduzir dois passos de motor durante uma era, essa é outra vantagem que as concessões nos dão. Para já, só vejo coisas positivas, a única coisa negativa é trabalho extra”