Março 28, 2025
“O SNS 24 pode referenciar ou pode dar um entrada facilitado a uma teleconsulta médica”

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País

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Estudo

Vasco Peixoto, médico e investigador da Escola Pátrio de Saúde Pública, considera que é necessária estratégia e organização para que “dentro das limitações que existem, o que é prioritário de facto tenha entrada” às urgências.

Os problemas do SNS são muitos, os usuários reclamam-se que não encontram respostas adequadas. A esta profundeza, estamos mais centrados num pico de gripe, que ainda não foi atingido e há dificuldades nas urgências dos hospitais. Com uma semana de temperaturas muito baixas, as condições nas urgências podem permanecer ainda mais complicadas.

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O médico Vasco Peixoto sublinha que temos um pico de gripe, uma quadra sazonal de gripe intensa, com a circulação da covid-19 também“uma situação que leva a atrasos nas urgências, que se pode vincular também com alguma tributo para o excesso de mortalidade”.

Mas existem duas situações diferentes que é importante distinguirmos:

“Uma é os atrasos nas situações urgentes e muito urgentes. São situações que têm uma abordagem especificamente dissemelhante e que não têm a ver com a procura exagerada de serviços de urgência para situações menos graves. São situações que podem ter impacto no tratamento e na recuperação ou não das pessoas (…) essa situação das urgências graves, amarelas, laranjas, vermelhas, é muito importante ser garantida. Outras situações são não urgentes ou mais ligeiras”.

Situações nos centros de saúde

Os centros de saúde funcionam, de entendimento com os seus recursos humanos, com o número de médicos e de enfermeiros que têm, normalmente no limite das suas capacidades e têm um conjunto de situações, nomeadamente a gestão da saúde das pessoas, mesmo fora das urgências, de situações não graves, uma vez que as gravidezes.

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“Muitas situações que estão à porta de um núcleo de saúde, sessões duas horas da manhã, poderiam ter provavelmente uma teleconsulta médica”.

Os centros de saúde a esta profundeza estão com horários alargados para dar a resposta àquilo que se passa nos hospitais. Há uma preocupação meão neste momento, aumentos de casos de gripe e de infecções respiratórias, as autoridades continuam a inculcar a população a contactar o SNS 24 24 para não se dirigirem logo às urgências.

“O SNS 24 é sempre a primeira porta (…) pode referenciar ou pode dar um entrada facilitado a uma teleconsulta médica”.

Vasco Peixoto considera que o SNS 24 “aparentemente ainda tem um espaço de melhoria da resposta ou de melhoria da capacidade de dar segurança às pessoas no seu encaminhamento e na gestão de doença aguda”.

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Estratégia e organização

Na reforma que está a ser renovada no SNS estão contemplados esse tipo de averiguações, a forma uma vez que são avaliados os pacientes, estão previstos em vários documentos. “Mas devíamos pensar a forma uma vez que organizamos e facilitamos o entrada de forma a que, dentro das limitações que existem, aquilo que é prioritário de facto tenha entrada”.

“É uma questão de estratégia (…) Acredito que vai depender também muito daquilo que na prática antes das alterações de cada unidade sítio de saúde e da utilização de seus profissionais. Vai depender muito da capacidade de trabalhar a priorização, a qualidade em saúde e a estudo de dados locais, nomeadamente contando com os médicos de saúde pública,

que agora, o basicamente os hospitais e os centros de saúde agora estão juntos e têm que se preocupar com a população uma vez que um todo. Até em termos de instrução para a saúde, até em termos de prevenção, e isso é uma teoria que é uma teoria que me parece boa

agora, uma vez que é que isso vai se operacionalizar? Vai depender muito dessa capacidade de gestão, de estudo de dados em cada extensão

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