Na segunda-feira, ela apresentou um peculiar de TV sobre medicamentos para perder peso, durante o qual discutiu suas próprias batalhas para perder peso.
“Na minha vida, nunca sonhei que estaríamos a falar de medicamentos que dão esperança a pessoas porquê eu, que lutaram durante anos contra o excesso de peso ou a obesidade”, disse ela.
“Venho para esta conversa na esperança de que possamos encetar a nos livrar do estigma, da vergonha e do julgamento para parar de envergonhar outras pessoas por estarem supra do peso, ou por porquê elas escolhem perder ou não perder peso e, mais importante, para parar de nos envergonhar” , ela adicionou.
‘Assumi a vergonha que o mundo me deu’
Durante o programa de uma hora de duração, An Oprah Special: Shame, Blame and the Weight Loss Revolution, Winfrey disse: “Devo expor que assumi a vergonha que o mundo me deu – por 25 anos, zombar do meu peso foi desporto vernáculo”, acrescentou, antes de exibir manchetes cruéis que a descreviam porquê “mais gorda do que nunca”.
“Na tentativa de combater toda a vergonha, passei lazeira por quase cinco meses e depois arrastei aquele vagão de gordura que a internet nunca me deixará olvidar”, disse ela.
Discutindo sua relação com a comida, Winfrey disse que pensaria no que comeria no almoço enquanto tomava o moca da manhã.
“A diferença entre, para mim, estar tomando remédio é que agora posso manducar meio bagel e permanecer muito… ainda quero o bagel, só quero menos bagel”.
Winfrey também comparou a discussão em torno da “doença” da obesidade àquelas em torno do alcoolismo no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando os doentes eram instruídos a “simplesmente largar a garrafa”.