GLENDALE, Arizona – DJ Horne percorreu um longo caminho até a Final Four.
O guarda de 1,80 metro e 80 quilos tem sido o recruta subdimensionado e não oferecido da base de Raleigh, no estado da Carolina do Setentrião. Ele tem sido o potente desempenho intermediário por dois anos no estado de Illinois, seguido pelo bombeiro confiável no programa de conferência de poder do estado do Arizona.
E agora, ele é a dupla estrela do dança: jogando uma temporada solitária com o Wolfpack para conseguir a mais improvável das corridas da Final Four que o trouxe de volta ao estado do Arizona, a menos de uma hora de sua última passagem pela faculdade com o Sun Demonios.
“Cada um tem seu próprio caminho”, disse Horne ontem.
O jogador que está tendo essa chance agora é muito dissemelhante daquele que deixou a Carolina do Setentrião uma vez que um recruta de três estrelas para jogar pelos Redbirds da Conferência do Vale do Missouri. Ele deu um salto de produção no segundo ano para uma média de 15,1 pontos em 2020-21, enquanto arremessava 44,6% do campo e 42,4% da filete de 3 pontos, tornando-o um jogador simpático muito a tempo para a legislação da NCAA perfurar caminho para os jogadores transferir sem ter que permanecer de fora de uma novidade escola.
Isso acabou levando Horne ao estado do Arizona.
Horne teve média de 12,5 pontos ao ser titular em 62 jogos em duas temporadas pelo Sun Devils, incluindo seu retorno ao March Madness depois de perder dois campos consecutivos da NCAA. Horne também se destacou no único jogo do torneio do Arizona State, cruzando o zagueiro Rondel Walker para fabricar espaço e, em seguida, enterrando uma cesta direta de 3 pontos para empatar o jogo faltando 15,6 segundos para o término e terminando com 17 pontos, o recorde do time, em uma roteiro por pouco. para o TCU.
“DJ é um lutador, ele acredita em si mesmo”, disse o técnico do Sun Devils, Bobby Hurley. “Porquê muitos guardas pequenos, ele joga com um peso no ombro. Quando ele iniciar a dar alguns tiros, faceta, é melhor você tomar desvelo porque ele é um faceta perigoso. Acho que sua crédito cresce, sua crença cresce.”
Em todo o país naquela idade, o técnico do Wolfpack, Kevin Keatts, estava em procura de ajuda na resguardo enquanto reformulava o elenco depois a perda da dupla de artilheiros Jarkel Joiner e Terquavion Smith. O desenvolvimento de Horne foi perfeitamente cronometrado. Ele se tornou a principal soma do Wolfpack, que alcançou a NCAA na temporada passada.
“Ao entrar, (Keatts) basicamente me deu as chaves, faceta”, disse Horne.
Joel Justus, um assistente técnico do Wolfpack que trabalha com os guardas, disse que Horne chegou com um polimento positivo, fortalecido através da construção de temporadas de sucesso no meio-major e depois nos níveis de conferência de poder para chegar em 159 jogos universitários.
Horne está à profundeza do duelo, com média de 16,8 pontos, a melhor da equipe, com várias grandes exibições durante a vaga de nove jogos do NC State que levou a um título do Torneio ACC (o primeiro desde 1987) e a esta improvável viagem ao Final Four. O destaque foram seus 29 pontos no jogo do título ACC para derrubar o eventual número 1 da NCAA regional da Carolina do Setentrião, chegando logo a 39 pontos e seis pontos de 3 nas vitórias contra Marquette e Duke – a segunda desta vaga de março contra os Blue Devils – que tiraram o Wolfpack da 11ª posição da chave Sul.
É uma corrida que remonta à corrida milagrosa do Wolfpack 41 anos antes, ganhando para 2024 um lugar na tradição do Wolfpack ao lado de 1983 e do time de 1974 que venceu o campeonato vernáculo – uma corrida que incluiu derrotar a UCLA na Final Four para fechar a corrida de John Wooden. de sete campeonatos consecutivos.
Horne admitiu que se permitiu sonhar um pouco ao deixar o estado do Arizona no ano pretérito sobre a possibilidade de retornar ao estado para jogar na Final Four. Isso é exatamente o que ele estava fazendo ontem quando o Wolfpack entrou em quadra para o treino ingénuo, abrindo grandes sorrisos e balançando a cabeça junto com a música da orquestra Wolfpack durante o evento festivo.
Porquê tudo o mais, Horne também pode saborear essa ruga.
“Eu já estava planejando voltar cá para visitar meus rapazes e tudo mais”, disse Horne. “Mas a viagem com despesas pagas e o Final Four não existe zero melhor do que isso. Só para ver que o círculo se completou e está muito cá na minha faceta agora, estou pronto para tirar vantagem disso.”