Nunca fui grande fã de couves-de-Bruxelas até provar as couves frescas.
Em Portugal, durante demasiados anos, as únicas couves-de-Bruxelas, ou repolhinhos, que conseguíamos comprar no supermercado eram congeladas. O resultado nunca era muito bom por motivo da textura, já que as couves tinham tendência para ficarem demasiadamente moles e com um sabor que não me conquistava, antes pelo contrário.
Mas eis que notório dia as encontro frescas na Makro e decidi comprar para saltear desta maneira – que delícia, que diferença… zero a ver, zero zero, com as congeladas.
Onde comprar couves-de-Bruxelas frescas?
Recentemente comecei a aperceber-me de que elas já aparecem à venda nos frescos dos supermercados… procurem que certamente vão encontrar.
E ainda muito, porque posso finalmente desafiar-vos a fazer esta receita que não seria a mesma coisa com couves-de-Bruxelas congeladas.
Estas couves ficam rijinhas. O sabor é maravilhoso, levemente adocicado.
A nível nutricional, as couves-de-bruxelas são muita ricas em vitaminas e antioxidantes e aliás muito baixa em calorias.
Uma vez que cozinhar as couves-de-Bruxelas frescas?
Cozinhá-las na frigideira em lume lento, com um pouco de vinho branco finalizando-as com vinagre balsâmico é a forma porquê mais palato de as cozinhar e são um séquito delicioso para pratos de mesocarpo ou peixe.
Se gostarem, podem fritar cubinhos de bacon com a cebola e seguir o processo da mesma forma até ao termo. Fica também uma delícia!
Experimentem!
Depois de comerem estas couves frescas nunca mais vão querer olhar para as congeladas outra vez.
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