Já estavam com saudades de uma sobremesa?
E fácil, ainda melhor, patente?
Eu tenho percorrido longe das sobremesas, para prometer que continuo a perder os quilitos que ganhei no último ano e a coisa até está a decorrer muito muito, mesmo fazendo uns pecadilhos de vez em quando.
Isto para manifestar que é evidente que comi uma fatia desta deliciosa Tarte de Leite e carreguei muito com canela, que adoro!
Preferiam uma receita tradicional de Páscoa? Muito portuguesa?
Eu também gostaria de ter tido tempo para isso, mas não consegui.
Em opção, optei por oferecer aos subscritores da newsletter um novo Ebook que reúne várias receitas para a Páscoa – se quiserem receber o Ebook gratuitamente subscrevam AQUI, ou carreguem na imagem inferior, e façam o download.
Esta Tarte de Leite é tradicional, mas não de Portugal. É de origem sul-africana e é perfeita para a Páscoa, para o Dia da Mãe, para um natalício, para o Natal, ou para um cházinho em qualquer profundeza do ano.
Tarte de Leite sul-africana?
É verdade! Veio de tão longe até cá chegar!
Esta receita foi-me enviada por uma seguidora do Facebook que me desafiou a experimentá-la.
“Clara, já conhece a tarte de leite sul-africana?”
Não, não conhecia e nunca tinha ouvido falar de tal tarte. Pesquisei e descobri várias receitas, com ligeiras nuances.
A volume desta tarte é, por regra, uma volume areada gulosice que não deve ser muito trabalhada para não permanecer muito tenro. Outrossim é imperativo resfolgar no frigorífico antes de a estender.
Tem de estar muito fria e tem de estender-se entre duas folhas de papel vegetal ligeiramente untadas, para descolar com facilidade.
A única segmento em que usamos o forno é para cozinhar a volume, com pesos, que podem ser de cerâmica uma vez que estes, ou simplesmente grão-de-bico ou feijoeiro, secos.
Depois volta ao forno uma segunda vez, só para dourar o conjunto da volume.
Quanto ao recheio… é muito rápido e simples. É tudo feito à mão.
Mesmo havendo outras receitas em que a volume e o recheio vão ao forno, optei pela versão mais simples, em que o creme é feito no tacho e endurece naturalmente ao esfriar.
Confirmei que é uma delícia. É gulosice, mas não em sobejo… e aromatizada pela canela fica perfeita.
Posso fazer substituições?
Não testei com substituições – por exemplo bebida vegetal em vez de leite – mas dada a experiência de outras receitas diria que sim.
Desde que o creme engrosse no tacho e estabilize no insensível, está tudo muito.
O objectivo é que depois de insensível, o interno fique a bambolear, mas sem se desmanchar.
Sempre gostei muito de tartes e esta junta-se às que cá tenho no site. São várias e todas tão boas!
Vejam de qual mais gostam:
TARTE FÁCIL DE MARACUJÁ – A simplicidade conquista-nos nesta tarte de maracujá, de sabor suave e recheio macio, com uma volume feita de raiz.
TARTE DE MAÇÃ (RECEITA DA MÃE) – Para mim, a melhor tarte de maçã do mundo! Receita tradicional da mãe, evidente!
TARTE DE NOZ, CARAMELO E CHOCOLATE – Uma tarte de contrastes entre a noz crocante e volume macia, o caramelo gulosice e o chocolate mais amargo, pontuada com toques de sal.
TARTE DE CHOCOLATE E NOZ – Uma receita próprio para o Dia da Mãe e não só. Esta tarte conquista-nos à primeira dentada, no sabor e na textura.
TARTE DE FIGO COM AMÊNDOA – Tarte perfeita para a era de opulência de figos. O recheio é quase todo de fruta, não tem ovo ou leite e a textura é incrível.
TARTE DE CEREJA – A cereja fresca em todo o seu esplendor no recheio desta tarte, com volume caseira, cortada em grade, para uma linda apresentação.
TARTE DE COCO E LEITE CONDENSADO – Com exclusivamente 3 ingredientes, esta tarte é perfeita para soluções de última hora. Fica sequinha por cima e húmida por grave.