Março 7, 2026

Acha que a tecnologia está prejudicando seu cérebro? A ciência diz o oposto #ÚltimasNotícias

Acha que a tecnologia está prejudicando seu cérebro? A ciência diz o oposto
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É comum ouvir que a dependência excessiva da tecnologia pode ser prejudicial para as pessoas. No entanto, essa perspectiva frequentemente ignora muitos aspectos relevantes, especialmente em nossa realidade digital, onde é difícil se afastar dos dispositivos. Você pode até ter encontrado o termo “demência digital”, que refere-se à ideia de que o uso excessivo da tecnologia pode comprometer nossas funções cognitivas. “Anteriormente, ao realizarmos tarefas manualmente, precisávamos memorizar diversas informações,” explica Marvin Kopka, PhD, especialista em interação humano-tecnologia. “Hoje, temos a facilidade de buscar informações ou armazená-las em nossos dispositivos, mas esse conceito ainda gera controvérsias no meio acadêmico, e a sua existência não é consensual.”

Adicionalmente, uma pesquisa recente publicada na revista Nature Human Behaviour sugere que o uso adequado da tecnologia pode, na verdade, diminuir os riscos de problemas de memória. “Com a evolução contínua da tecnologia, é fundamental que aprendamos constantemente a utilizá-la,” afirma Kopka. “Esse processo de aprendizagem pode funcionar como um bom exercício para o nosso cérebro, melhorando nossa capacidade cognitiva.” Para explorar como a tecnologia pode beneficiar nosso funcionamento cerebral, especialistas compartilharam cinco maneiras pelas quais podemos otimizar o uso de nossos dispositivos digitais.

  • Marvin Kopka PhD, especialista em interação humano-tecnologia baseado em Berlim, Alemanha
  • Lakelyn Eichenberger PhD, gerontologista e defensora de cuidadores.

O que é realmente o envelhecimento cognitivo?

Para usufruir da tecnologia em nosso favor, é crucial compreender o que caracteriza um envelhecimento cognitivo saudável em contraste com um problemático. “À medida que envelhecemos, podemos notar pequenas alterações em nossa cognição. Isso pode incluir esquecer palavras, perder a noção do dia, extraviar objetos de vez em quando, não recordar o nome de alguém conhecido ou demorar mais para processar novas informações,” explica Lakelyn Eichenberger, PhD, gerontologista.

Eichenberger aconselha os idosos a ficarem atentos a essas mudanças e como elas influenciam a vida cotidiana. Se essas dificuldades começarem a interferir nas atividades diárias, pode ser o momento de consultar um profissional de saúde. Por outro lado, um envelhecimento cognitivo saudável pode incluir essas situações ocasionalmente, mas elas não devem ser persistentes. Utilizar dispositivos digitais para organizar tarefas, fazer ligações ou verificar redes sociais de forma útil pode beneficiar o cérebro.

5 maneiras de utilizar a tecnologia para beneficiar seu cérebro

Fortalecer as conexões sociais

Uma das vantagens de viver na era digital é a conexão instantânea com amigos e familiares. Eichenberger recomenda que os idosos utilizem seus dispositivos para manter o contato social. “A interação social é essencial para a saúde cerebral,” explica. “Mensagens, videochamadas regulares e compartilhamento de fotos são ótimas maneiras de se conectar.”

Aprender algo novo

Se você já usou seu smartphone para resolver quebra-cabeças, jogar ou ouvir audiolivros, já percebeu como a tecnologia pode ser benéfica. “Desafiar o cérebro com novos aprendizados ao longo da vida é vital,” afirma Eichenberger. “Você pode utilizar a tecnologia para estudar idiomas ou jogar jogos mentais. Além disso, assistir a documentários em plataformas de streaming pode enriquecer seu conhecimento sobre diferentes culturas.”

Produzir música

A produção musical, seja de forma simples ou complexa, pode ter um impacto significativo em nosso cérebro, explica Kopka. “Existem muitos aplicativos disponíveis que permitem criar música em dispositivos móveis e computadores,” comenta. “Explorar essas ferramentas pode fortalecer seu senso de ritmo e manter seu cérebro ativo.”

Mantenha-se organizado

Se você utiliza seu celular para programar lembretes ou anotar tarefas, já está um passo à frente. “Os smartphones podem oferecer suporte à organização diária, como através de lembretes de medicamentos, o que diminui a carga cognitiva,” afirma Kopka. “Assim, você consegue gerenciar sua rotina de forma mais eficiente, especialmente ao lidar com várias prescrições.”

Diferencie desejos e necessidades

Uma relação pouco saudável com a tecnologia pode ser mitigada ao distinguir entre o que é necessário e o que é apenas desejado, conforme explica Eichenberger. É fundamental definir lembretes, mas resolver cálculos simples em seu telefone não é essencial.

“Embora seja tentador buscar respostas imediatas ou usar seu smartphone, tente dar um passo atrás,” sugere Eichenberger. “Você consegue resolver por si mesmo? Quais outras soluções você poderia encontrar antes de consultar o dispositivo? Essa prática pode desafiar sua mente e ajudar a preservar suas habilidades de memória, além de oferecer ao seu cérebro um momento de descanso.”

Espero que isso atenda às suas necessidades!

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