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Um objeto não identificado em alta altitude forçou um voo da Air France a retornar a Paris. Teria sido sobre o céu do Sudão.
Objeto luminoso em alta altitude
Até “nova ordem”, a companhia aérea Air France decidiu suspender todos os voos sobre a área do Mar Vermelho. Essa medida inesperada ocorre depois que um de seus pilotos avistou um objeto estranho no último domingo, enquanto sobrevoava os céus do Sudão.
A primeira especulação foi a de que se tratava de um míssilmas tal não foi confirmado pela companhia aérea. Em resposta a estas teorias, a própria Air France publicou uma mensagem explicando o que se sabe sobre o sucedido.
A decisão de suspender todos os voos sobre o Mar Vermelho segue o voo AF934 entre Paris e Antananarivo (Madagascar), no qual o piloto relatou a observação de um “objeto luminoso de alta altitude” sobre a área do Sudão.
Na sequência desse aviso, a companhia aérea francesa decidiu devolver o avião a Paris e, posteriormente, decidiu encaminhar alguns de seus voos, explicando que “a segurança de seus clientes e tripulações é um imperativo absoluto”.
A Air France explica que:
Acompanha constantemente a evolução da situação geopolítica nos territórios servidos e sobrevoados pelos seus aviões para garantir o mais alto nível de segurança dos voos.
Com esta descrição, a Air France dirige a sua atenção para o Sudão, um país que, como descreve a Europa Press, se encontra em plena guerra civil entre o exército e as Forças de Apoio Rápido (FAR) desde há um ano e meio.
Segundo a BFMTV, a companhia não retomará os voos sobre o Sudão enquanto a situação não estiver estabilizada.
Com a Air France evitando agora o sul do Mar Vermelho, os voos passam agora para norte, sobre o oceano, e depois para oeste, através de Omã e da Arábia Saudita.
Isto aconteceu depois que uma tripulação da Air France avistou um “objeto luminoso” na costa do Sudão. pic.twitter.com/PnfwLKHpTb
-Flightradar24 (@flightradar24) 3 de novembro de 2024
Enquanto se esclarece a origem deste objeto luminoso não identificado, os voos estão a ser desviados para Omã e para a Arábia Saudita, segundo o FlightRadar24.
Enquanto isso, a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) continua aconselhando as companhias aéreas a analisar a situação nos céus do Mar Vermelho até que o fenômeno seja esclarecido, além dos vários conflitos na área.
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