Março 7, 2026

Como a Starcloud Está Transformando Centros de Dados: Análise Completa e Preços Espaciais #Tecnologia #Reviews #Gadgets #Portugal

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A startup Starcloud, dos Estados Unidos, firmou uma parceria com a NVIDIA para desenvolver centros de dados de Inteligência Artificial (IA) no espaço. Este projeto inovador promete transformar a forma como lidamos com a computação ao utilizar a órbita terrestre como ambiente para avançadas operações de processamento de dados.

Os centros de dados espaciais estão prestes a tornar-se uma realidade, com o satélite da Starcloud equipado com IA a ser lançado em breve. Fazendo parte do programa NVIDIA Inception, a Starcloud busca enfrentar os desafios crescentes associados à IA, particularmente aqueles relacionados ao consumo energético e à refrigeração.

A startup, que emergiu do Google for Startups Cloud AI Accelerator, tem como objetivo implementar o modelo aberto Gemma da Google nas novas GPUs H100, provando que mesmo os modelos de linguagem mais complexos poderão operar no espaço.

O apoio da NVIDIA Inception foi crucial, pois tivemos acesso a suporte técnico e às GPUs da NVIDIA, fundamentais para o nosso desenvolvimento.

Comentou Philip Johnston, cofundador e CEO da empresa com sede em Redmond, Washington.

Estreia da GPU H100 no espaço

Este ambicioso projeto complementa iniciativas memoráveis que exploram a exploração do espaço como um novo limite para a computação. A energia gerada no espaço é renovável e praticamente ilimitada. Segundo Johnston, isso levará a uma diminuição de até 10 vezes nas emissões de CO2, comparativamente aos centros de dados na Terra.

O satélite Starcloud-1, com cerca de 60 kg e dimensões similares a um pequeno frigorífico, promete uma capacidade computacional 100 vezes superior a qualquer operação espacial realizada até hoje. O lançamento está agendado para novembro, marcando a estreia da GPU H100 no espaço. Este evento representa a primeira vez que uma unidade deste calibre está presente fora da atmosfera terrestre.

Centrar-se no espaço: uma nova era

Um dos principais trunfos dos centros de dados em órbita é a capacidade de usar o vácuo do espaço como um sistema de refrigeração eficiente, em contraste com os métodos que dependem de água nos centros de dados terrestres. Isso não apenas reduz a dependência de recursos hídricos na Terra como também promove um sistema de energia solar quase infinito, eliminando a necessidade de baterias ou fontes de energia de reserva.

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As projeções da Starcloud indicam que os custos operacionais das instalações espaciais serão 10 vezes mais acessíveis do que os centros de dados tradicionais, mesmo quando considerados os gastos com o lançamento.

Nos próximos dez anos, a maioria dos novos centros de dados será construída no espaço.

Previu Johnston.

Usos potenciais dos centros de dados espaciais

Os primeiros campos de aplicação destes centros envolverão a análise de dados de observação terrestre, possibilitando a identificação de culturas agrícolas e a previsão climática. Além disso, a capacidade de processar dados em tempo real no espaço promete melhorias significativas em situações críticas, como a detecção de incêndios florestais ou resposta a emergências.

Realizar a inferência no local onde os dados são coletados reduz significativamente o tempo de resposta de horas para minutos.

Vale lembrar que, em 2022, a Comissão Europeia lançou o programa ASCEND, focado em avaliar a viabilidade de centros de dados espaciais com o intuito de minimizar o impacto ambiental na Terra.

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