Abril 6, 2025
Conheça a 1ª mulher a se formar em inteligência artificial – 20/10/2024 – Tec
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Conheça a 1ª mulher a se formar em inteligência artificial – 20/10/2024 – Tec #ÚltimasNotícias

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Embora não seja invenção nova, a IA (inteligência artificial) se popularizou, principalmente com a criação do ChatGPT, da Open AI. Tamanha visibilidade traz consigo uma demanda de pessoas comprometidas e que promove a conscientização sobre o uso da ferramenta. É o que tenta fazer Heloisy Pereira Rodrigues, 24 anos, a primeira mulher a se formar no curso de Inteligência Artificial no Brasil, na UFG (Universidade Federal de Goiás).

Nascida em Ceres, interior de Goiás, Heloisy se mudou para Goiânia para cursar o ensino médio, inicialmente aspirando seguir carreira na medicina. Contudo, ela foi aprovada em odontologia, iniciou o curso, mas não se acordos. Durante a formação de sua irmã na UFG, Heloisy descobriu a criação do curso de Inteligência Artificial, o primeiro do país, e decidiu tentar.

Algumas coisas deixaram com segurança nessa mudança de boato: o mercado de trabalho promissor, sua profundidade com exatas e o fato de ela não ser tão alheia à tecnologia. Gostava de computador, mas o usava para questões normais e, como qualquer outra criança em sua época, jogava Habbo o dia inteiro.

Heloisy diz que compara sua trajetória com a de outras amigas que quase não mexiam no computador. “Eu sei que tenho muito mais profundidade do que elas, então isso também me deu uma tranqüilizada quando descobri a área”, diz.

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Além disso, ela destaca o apoio da família como essencial em sua jornada. No primeiro semestre da faculdade, Heloisy contou que se destacou: fechou todas as matérias com mídia alta, e foi convidada a participar de projetos de pesquisa. No curso, ela já desenvolvia projetos remunerados, o que mostrou a ela como o mercado é atraente, já que as empresas contratavam estudantes no início da graduação.

Heloisy não foi a única mulher a entrar no curso, mas a única a se formar —de 40 pessoas, 15 terminaram. “Eu sabia que seria pouca, justamente pelo ambiente de tecnologia”, diz. Existe uma baixa representação feminina em cursos de exatas e um afastamento de mulheres de profissões da área, estudos. Foi durante a colação de grau, em 2024, que a ficha de Heloisy sobre o assunto caiu.

“Algumas calorias que tinham recém-entrado no curso viraram para mim e disseram: ‘Nossa Heloisy, você é minha inspiração'”, conta. “Foi algo que eu nem imaginei e que fiquei tão grato de ouvir porque justamente quando você olha para essas áreas de tecnologia e vê que quase não tem mulher, você fica com aquele receio, nossa será que eu vou dar conta de estar nesse ambiente predominantemente masculino?”

A presença de mulheres no curso, afirma, tem aumentado. Quando ela entrou, diz que havia 10% de mulheres na sala e agora a proporção está em 25%.

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Logo após se formar, no final de 2023, Heloisy abriu uma startup externa para IA em teleatendimento. “A gente quer fazer com que os humanos voltem a desenvolver tarefas de humanos e não tarefas repetitivas, tarefas maçantes, que isso cabe muito à máquina fazer”, afirma. A empresa é reflexo do seu desejo de trabalhar com processamento de linguagem e um desenvolvimento mais humano da inteligência artificial.

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