Abril 6, 2025
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Sabia que pode deixar o seu corpo à ciência, contribuindo para a formação de novos médicos e para a investigação científica? Saiba como deve atuar caso seja o seu desejo e toda a legislação aplicável. O processo pode ser desencadeado online.

A doação de corpo é um ato cívico de grande generosidade

A doação do corpo à ciência é uma prática que, embora ainda relativamente pouco conhecida em Portugal, representa um ato de generosidade e altruísmo que contribui significativamente para o avanço do conhecimento médico e científico.

Ao disponibilizar o seu corpo para fins de estudo e investigação, um doador pode ajudar na formação de futuros médicos e na realização de pesquisas que podem salvar vidas ou melhorar tratamentos médicos.

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Permite ainda que estudantes de medicina e investigadores tenham acesso a recursos fundamentais para a sua formação e para a realização de estudos científicos. O ensino prático de anatomia, por exemplo, é essencial para que os futuros médicos possam adquirir conhecimentos anatómicos detalhados que são cruciais para a sua prática clínica.

Além disso, a doação de corpos contribui para pesquisas em diversas áreas da medicina, incluindo o desenvolvimento de novas técnicas cirúrgicas e a exploração de tratamentos inovadores.

Em Portugal, qualquer pessoa maior de idade, que esteja em plenas faculdades mentais e que deseje contribuir para a ciência pode manifestar o seu desejo de doar o corpo após a sua morte. Não existem restrições quanto à idade, desde que o potencial doador tenha mais de 18 anos.

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Doar o corpo à ciência? Como proceder

1 - Informar-se sobre as instituições de ensino e pesquisa: Em Portugal, várias faculdades de medicina e instituições científicas aceitam doações de corpos para fins de estudo e investigação.

É essencial que o potencial doador contacte a instituição escolhida para se informar sobre os procedimentos específicos e para garantir que a instituição está a aceitar doações.

Lisboa

  • Nova Medical School - Universidade Nova de Lisboa
    • Telefone: +351 21 880 3000
    • Morada: Campo dos Mártires da Pátria, 130; 1169-056 Lisboa
    • Mais informações, aqui.
  • Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
    • Telefone: +351 21 798 51 51
    • Morada: Av. Professor Egas Moniz - 1649-028 Lisboa
    • Mais informações, aqui.

Porto

  • Instituto de Ciências Médicas Abel Salazar (ICBAS) – Universidade do Porto
    • Telefone: +351 220 428 000
    • Morada: Rua de Jorge Viterbo Ferreira n.º 228, 4050-313 Porto
  • Faculdade de Medicina da Universidade do Porto
    • Telefone: +351 22 5513616
    • Morada: Alameda Professor Hernâni Monteiro, 4200-319 Porto
    • Mais informações, aqui.

Coimbra

  • Instituto de Anatomia Normal - Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
    • Tel: +351 239 85 77 68 (segunda a sexta, das 9h00 às 20h)
    • Morada – Pólo das Ciências da Saúde – Subunidade 3, Azinhaga de Santa Comba – Celas, 3000-548 Coimbra
    • Mais informações, aqui.

Covilhã

  • Faculdade de Medicina da Universidade da Beira Interior
    • Telefone: +351 275329002; +351 275329003
    • Morada: Avenida Infante D. Henrique; 6200-506 Covilhã

2 - Formalização do pedido: O primeiro passo formal é manifestar a intenção de doar o corpo à ciência. Este desejo pode ser expresso online através de uma carta, um documento escrito ou um formulário disponibilizado pela instituição escolhida.

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Alguns locais podem exigir que o documento seja assinado na presença de um notário para garantir a validade legal da decisão.

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Este documento deve incluir informações pessoais do doador, uma declaração clara da intenção de doar o corpo e pode também incluir detalhes sobre o que deve ser feito com o corpo após a utilização científica, como a opção de cremação ou enterro.

  • Informar a família: é fundamental que o doador informe os seus familiares mais próximos da sua decisão de doar o corpo à ciência. Isto é importante para que, no momento do falecimento, os familiares possam colaborar com a instituição para garantir que o processo se desenrola conforme o desejado. A ausência de uma comunicação clara com a família pode levar a complicações, especialmente se houver resistência por parte dos familiares que desconhecem ou não concordam com a decisão do doador.
  • Após o falecimento: quando ocorre o falecimento, é responsabilidade da família ou dos responsáveis notificar a instituição escolhida o mais rapidamente possível. Normalmente, a instituição cuidará de todos os procedimentos relacionados com o transporte e preparação do corpo. O corpo será então utilizado conforme as necessidades da instituição, podendo ser utilizado para ensino, investigação ou ambos. Após a utilização, a instituição poderá cuidar das disposições finais, como a cremação, conforme acordado anteriormente com o doador.

Como referimos, este é um gesto nobre, que pode ter um impacto duradouro na educação médica e na investigação científica. Por isso, é importante que, para além de manifestar formalmente esta vontade, o doador tenha uma comunicação aberta e clara com os seus familiares sobre a sua decisão. A ciência agradece.

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