Abril 4, 2025
Extinguir ‘memórias ruins’ evita um efeito paralelo do tratamento do Parkinson
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Quem nunca quis extinguir uma memória ruim do cérebro? Aposto que alguns sentimentos negativos poderiam simplesmente deixar de subsistir. No caso de uma novidade invenção, não é uma emoção que é evitada, mas sim um efeito paralelo do tratamento do Parkinson.

Embora promissor, um medicamento para sossegar a sisudez da doença pode, ao longo do tempo, provocar tremores indesejados. Pesquisadores da Universidade do Alabama em Birmingham (UAB) descobriram que bloquear a formação de “memórias ruins” é uma solução para prevenir esse problema.

doença de Parkinson
Tratamento para Parkinson pode suscitar outro tipo de tremor a longo prazo – Imagem: Kotcha K/Shutterstock

Porquê extinguir memórias pode evitar efeitos colaterais do tratamento do Parkinson?

  • O L-DOPA é um medicamento para tratar o Parkinson que pode levar a discinesia, uma exigência em que a pessoa afetada não consegue controlar certos movimentos e sofre com espasmos e tremores.
  • A equipe de pesquisa queria entender por que isso acontecia para encontrar uma forma de prevenir o efeito.
  • Durante investigações com ratos de laboratório, os pesquisadores encontraram uma atividade intensa em uma espaço do cérebro responsável pelo controle motor.
  • Neurônios específicos, chamados D1-MSNs, estavam sendo ativados pelo L-DOPA e formando novas conexões, um processo muito semelhante à formação de memórias.
  • Um gene expresso por esses neurônios produziu uma proteína chamada Activina A. Ao bloqueá-la, a discinesia também parou de surgir nos animais.
  • Ou seja, ao bloquear o mecanismo por trás da formação de memória motriz, os cientistas conseguiram evitar o emergência do efeito paralelo.
Bloquear o mecanismo por trás da formação de memória motriz impede o aparacimento do efeito paralelo do tratamento – Imagem: Alexander Supertramp/Shutterstock

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É preciso confirmar os resultados em humanos

A neurologista Karen Jaunarajs explica que, de conformidade com o item da UAB, quando pacientes usam L-DOPA, o cérebro parece fabricar uma “memória” dos movimentos, o que razão efeitos colaterais, uma vez que movimentos involuntários. Ela e sua equipe conseguiram interromper esse problema em camundongos ao bloquear a proteína específica, o que ajudou a evitar esses sintomas.

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Em núcleo, ao proibir o funcionamento da Activina A, fomos capazes de interromper o desenvolvimento de sintomas de discinesia nos modelos de camundongos, apagando efetivamente a memória do cérebro sobre a resposta motriz ao L-DOPA.

Karen Jaunarajs para o portal da UAB

Embora esses resultados sejam promissores, eles ainda precisam ser confirmados em humanos. Se isso funcionar, pode permitir que os pacientes usem L-DOPA por mais tempo sem os efeitos colaterais indesejados.

A pesquisa foi publicada no Journal of Neuroscience

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