Maio 24, 2025
Pesquisadores preservarão DNA dentro de uma pedra

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O DNA é uma forma de armazenar dados da existência de todas as coisas vivas, mas é uma estrutura frágil e que se degrada com o tempo. Pesquisadores do MIT criaram uma forma de desafiar a natureza e preservar esse componente eternamente — e a solução envolve uma pedra sintético.

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O DNA, por exemplo, pode moderar até 215 petabytes (215 milhões de gigabytes) em unicamente uma grama. A título de conferência, porquê lembra o Novo Atlasseria verosímil armazenar todos os dados da internet mundialmente no espaço equivalente a uma caixa de sapato.

Não é surpresa o porquê dos cientistas terem buscado uma forma de proteger o DNA.

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Processo de “frigoríficação” e descongelamento do DNA dentro da pedra de âmbar. (Imagem: MIT / Reprodução)

Proteção envolve uma pedra sintético

  • Para isso, o projeto do MIT criou uma espécie de âmbar sintético. O material, chamado de termofixo, é formado por polímeros que se tornam um sólido com paisagem de vidro quando aquecido a uma certa temperatura;
  • No entanto, a preservação não é irreversível: quando os cientistas quiseram reaver o DNA, podem degradar o material com o uso de produtos químicos e aproveitar o material genético;
  • Com o âmbar sintético, a intenção é transformar o DNA em complexos esféricos com uma estrato repelente de chuva na secção externa. Isso permite a conservação, já que a umidade pode danificar o material genético;
  • O resultado é o armazenamento do DNA por longos períodos de tempo. Na hora de “descongelar”, basta expô-lo a uma molécula chamada cisteamina, que quebra as ligações que preservam o material;
  • Eles batizaram essa técnica de Xeropreservação Reforçada por Termofixo ou T-REX.
âmbar
Pesquisadores armazenarão DNA dentro de pedras de âmbar artificiais. (Imagem: Vera Larina / Shutterstock.com)

Testes comprovaram eficiência para preservar DNA

A equipe do MIT testou o T-REX para armazenar sequências de DNA de comprimentos variados em temperaturas de 75 °C. O resultado foi um genoma humano inteiro protegido com sucesso.

Os cientistas também fizeram o caminho contrário e “descongelaram” o DNA. Nesse caso, o DNA pode ser removido e sequenciado com sucesso, sem nenhum erro registrado em relação a antes do processo.

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Segundo James Corriqueiro, sócio sênior do estudo, regelar o DNA é uma forma de preservá-lo, mas costuma ser faceta. O novo método é uma tecnologia que pode “impulsionar o porvir do armazenamento de informações digitais no DNA.”



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