Então, temos aqui uma novidade estonteante: a Shanghai Aishengna Electronic Technology Group (Sim, esse nome é tão longo que podia ser um feitiço da Harry Potter), tornou-se na primeira empresa estatal a produzir scanners DUV imersivos na China. A notícia de que estavam a entrar neste jogo já tinha circulado, mas agora sabemos quem está no comando. Tudo isto, claro, com 7 mil milhões de yuans (cerca de 1 mil milhões de euros) de capital registado. Agora digam-me, quem precisa de uma boa estratégia quando se tem tanto dinheiro, não é?
A Maldição do DUV e o Mundo das Ilusões
Para quem não está por dentro, os scanners DUV (Deep Ultraviolet) são como o pincel mágico que desenha os circuitos nos wafers de silício. O problema? É uma arte complicada, e a China estava a fazer trapalhadas na maior parte. O fabricante anterior, Shanghai Yuliangsheng Technology, estava a testar uma ferramenta de imersão desde setembro de 2025 para a SMIC, mas a realidade é que começaram a ficar para trás. Pertencer ao clube do DUV é uma espécie de jogo perigoso, e eles estavam sem lhe dar a devida atenção. Agora, com a Aishengna, a esperança é que as coisas mudem.
Quando a Máxima é “Mais Vale Tarde do Que Nunca”
Ainda há quem se lembre da Tokyo Electron, que dominou 89% do mercado de revestimento/desenvolvimento em 2022. Isso é como ter todos os jogadores da tua equipa FIFA 2020 e só tu saberes jogar. É fácil? Não, é difícil como caramelo em dia de calor. Este tal de Aishengna vai ter que fazer equipa com outras marcas para conseguir não só o scanner, mas também a maquilhagem necessária – desculpem o termo, mas é mesmo assim. O que é que isto quer dizer? Se não tiverem a mesma sinergia entre scanner e os equipamentos de revestimento, as coisas não vão correr bem. É aí que a história fica gira.
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A Verdade Chocante: Fazemos isto para o Fail?
Agora, com tudo isto, a pergunta que se impõe: vale a pena investir em tecnologia que parece uma miragem? Os engenheiros estão a entrar nesta nova aventura, mas, se olharmos para a realidade, a maioria dos fornecedores líderes, como ASML, ainda têm o monopólio. A nível mundial, a China está, basicamente, a dar saltos de moneca, enquanto tenta alcançar a sua meta. E para completar, a maratona do MATCH Act está a desenrolar-se, ao proibir a exportação de tecnologia para este tipo de equipamento. O céu não é o limite; é um pesadelo com várias camadas. Portanto, a resposta é clara: >Não vale a pena<. Esta é uma aposta arriscada que, se fosse um jogo de FPS, já teria perdido todas as vidas. É lixo tecnológico, a não ser que queiras um marcador para a tua prateleira.
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