Mais um capítulo na novela China vs EUA
Então, parece que o congresso dos EUA anda a perder horas de sono com a ideia de que a China pode ficar com chips avançados. O Chairman do House Select Committee on China, John Moolenaar, escreveu uma carta que pede ao governo dos Estados Unidos para pôr em prática uma medida de controlo de exportação que evita que empresas chinesas tenham acesso a chips de alto desempenho produzidos na TSMC ou na Samsung Foundry. A sério? O que pensavam? Que estes chips iam simplesmente fazer uma visita a Pequim e voltar?
Chips e segredos: o mesmo filme de sempre
O truque aqui não é novo. No início de 2025, o Biden decidiu que as empresas que fazem chips deveriam saber a quem estavam a vender. O objetivo? Evitar que fabricantes como a TSMC, que parece o nome de um novo robô de cozinha, fabricassem chips para clientes que depois os usassem em projetos ligados ao Partido Comunista Chinês ou ao Exército de Libertação Popular. A descoberta de que chips feitos para a Sophgo na verdade eram para a Huawei… bem, foi como encontrar um bebé na caixa do correio. Surpresa! Na altura, a administração Trump decidiu que não se ia incomodar com estas regras. Mas agora, o que é que isso significa?
Basicamente, antes da implementação da regra “Foundry Due Diligence”, as empresas chinesas podiam dar a volta às regras e encomendar chips sem ninguém perceber. Agora, há uma nova exigência: se estas fábricas quiserem enviar chips produzidos com tecnologias avançadas (aquelas acima dos 14/16nm), têm de pensar duas vezes, porque isso pode ser considerado um processador de AI controlado. E sim, tecnologia de ponta também tem suas regras.
Qualidade ou quantidade: o dilema do Moolenaar
O que Moolenaar sugere é simples: não complicar mais a situação, por favor. O homem quer que o Departamento de Comércio dos EUA clarifique a sua posição sobre a regra. Quer que se confirme que o licenciamento de estabilidade regional ainda se aplica ou que as regras sejam ajustadas para tornar tudo ainda mais claro. Se o governo quer que as empresas cumpram, então que oiça as que estão na linha da frente. Moolenaar tem razão ao querer que sejam feitas valer as regras existentes em vez de criar novas confusões e interdições. Se as novas leis vão complicar o que já está complicado, estamos simplesmente a pedir que tudo exploda.
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Resumindo, esta nova medida pode parecer uma jogada inteligente, mas no fundo, para os gamers e técnicos, é mais uma forma de adicionar regras a um jogo que já é complicado. A verdadeira questão é: vale a pena o investimento em manter estas barreiras ou precisamos de criar uma rede global de chips que beneficie todos? No fim, parece que a batalha entre EUA e China ainda vai continuar e, enquanto isso, nós, os simples mortais, apanhamos a poeira. No final do dia, talvez a melhor jogada fosse simplesmente deixar os chips a fluir livremente pelo mundo e aproveitar o jogo, mas claro, a política tem outras ideias. E quanto a ser lixo tecnológico? Bom, não é lixo, mas é um embaraço.
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