Drone DIY: A Nova Brincadeira Militar
Estava eu aqui a dar uma olhadela nas novidades tecnológicas quando me deparo com os soldados do 2º Regimento de Cavalaria dos EUA, estacionados na Baviera, a presentear-nos com uma verdadeira obra de arte: um drone de ataque montado e voado por eles próprios. É isto que se chama evoluir, mas será que estamos mesmo prontos para largar os jogos e dar lugar às guerras?
A *Stars and Stripes* reportou que os “Dragoons” (sim, chamam-se assim!) usaram um drone **Orqa MRM2-10** que eles próprios montaram. Equiparam-no com um dispositivo de segurança eletrónica e uma carcaça 3D impressa chamada “bombas Dragoon”. O que vai na cabeça destas malta? Adicionar rolamentos para acertar no pessoal inimigo ou usar um carga moldada para derrotar armaduras leves? Sinto um misto de admiração e receio.
3D Printing ou Artesanato para Guerreiro?
Ok, vamos lá decifrar o que isto tudo significa. Lembrem-se das nossas experiências com impressoras 3D. Se conseguissem fazer brinquedos, imaginem tudo o que se pode criar para a guerra! Este novo conceito milita parece um daqueles jogos de construção onde cada um faz o que quer com as peças. E sim, eles estão a brincar com fogo—literalmente.
O Capitão Michael Bapp, ao que parece, é o cérebro por trás da coisa toda. Ele afirmou que este é um feito inédito para o exército convencional, já que o ataque foi feito sem apoio de contratados ou unidades externas. Dizem que estão a adaptar-se às novas ameaças. Então, se usássemos as mesmas técnicas no gaming, provavelmente estaríamos a montar as nossas próprias armas de batalha, não?
Drone: O Novo Penteado Militar
Enquanto isso, os U.S. Marines e a Marinha dos EUA estão a tirar o curso de “drones e impressoras 3D”. Com a invocação da última moda de drones que vimos na guerra na Ucrânia, os Estados Unidos caíram na tentação de brincar com tecnologia que antes estava num pedestal. Mas será que vamos ver isto a tornar-se algo regular em conflitos? Mal posso esperar para ver exércitos a competir em quem possui o drone mais fixe, equipado com gadgets, lasers e outros mimos.
No fim do dia, deixe-me ser claro: é interessante, é inovador, mas não me venham dizer que estou preparado para isso. Pode ser que a ideia de DIY esteja a funcionar para o exército, mas eu prefiro manter-me na minha zona de conforto de gamer no sofá e não num campo de batalha com um drone de papel.
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A verdade é que, no fundo, todos nós sabemos que, por mais brilhante que seja a tecnologia, a guerra continua a ser um desfile de tragédias. Portanto, antes que estejam prontos a investir neste novo brinquedo ou a montar os vossos drones em casa, lembrem-se: nem tudo o que brilha é ouro. A pergunta que se coloca é: vale a pena dar um passo em frente ou é só mais uma trapalhada tecnológica?
Veredicto: E Agora?
Por agora, a resposta é clara: é inovador e uma grande jogada para um exército que quer manter a sua relevância num mundo onde a tecnologia avança a passos largos. Mas, ao olharmos para as nossas realidades como gamers e técnicos, a pergunta continua no ar: isto é só mais uma moda ou temos que nos preparar para lutar a próxima guerra com impressoras 3D? Se forem a investir dinheiro, façam-no em algo que realmente tenha um valor acrescentado: como uma placa gráfica nova ou um teclado mecânico, por exemplo.
Assim, a vida continua… e nós ficamos por agora com os nossos joguinhos online!
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