Então, cá está a última loucura da tecnologia militar: o Exército dos EUA testou um veículo autónomo de breaching com um sistema anti-drones a bordo, durante uns exercícios ao vivo, no Fort Bragg, no dia 18 de agosto. Sim, leste bem! Agora, temos Ford F-250 a conduzir-se sozinhos, com tudo montado para abater drones como quem joga Call of Duty no sofá. O projeto, chamado Sandhills 2.0, é a evolução do anterior Sandhills, que já tinha dado origem a um veículo que foi oferecido à Ucrânia. E agora, a questão que se coloca é: isto é realmente útil ou só mais um brinquedo caro?
Um Brinquedo para Gigantes ou Para o nosso Dia-a-Dia?
O conceito de veículos autónomos a fazer breaching pode parecer saído de um filme de ficção científica – e é. Mas, neste caso, a necessidade é clara. Os breaching operations estão a ser complicadas por aqueles drones FPV que surgem em todo lado, como zombies numa cena de terror mal feita. Os novos Ford F-250 equipados com o sistema AutoDrive querem dar a volta a isso, ao permitir que o exército limpe o caminho sem arriscar a vida dos soldados. Para um gamer, é como ter um robô que te faz o spawn na linha da frente, enquanto tu só precisas de te concentrar no inimigo.
Alvo à Vista: A Tecnologia Anti-Drones
Mas não pensem que esta coisa é só um carro com uma metralhadora em cima. A nova torre anti-drones, o Edda, feita pela 9 Mothers, é capaz de identificar drones a partir de 7 polegadas e a distâncias que variam entre 10 e 100 metros—localiza-los como um sniper encontra um veículo inimigo, só que em tempo real. A torre primeiro ouve o drone, depois usa uma câmara para mirá-lo e, finalmente, dispara. É como se fosses um sniper a aguardar o momento certo para atirar, mas com tiros de uma espingarda a curta distância. Pode não ser a coisa mais discreta, mas, hey, quem precisa de stealth quando se tem eficácia?
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A Missão é Possível: Vale a Pena ou Não?
No fim do dia, a grande questão permanece: vale a pena investir nesta tecnologia que parece saída de um videojogo? A resposta é: depende. Se estás a falar de usar um ou dois destes veículos em vez de enviar tropas para o campo de batalha, pode ser um avanço significativo. No entanto, se estás a pensar em fazer disso o padrão ou em dar aos jogadores uma nova realidade na vida real, bem, isso é apenas irreal. O investimento pode ser pesado, mas a potencialidade é imensa. Portanto, sim, se for para ajudar a salvar vidas e melhorar a segurança, é uma compra que, no papel, vale a pena—por outro lado, se é para brincar em campos de tiro, que fique no jogo.
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