Outubro 5, 2026

Intel pode falhar em rodar apps Android como a Qualcomm! Surpreendente!

Intel pode falhar em rodar apps Android como a Qualcomm! Surpreendente!

Os Googlebooks: Um Dilema Entre Intel e Qualcomm

Portanto, a Google decidiu que este era o momento ideal para lançar uma nova gama de portáteis, batizados de Googlebooks, que já estão disponíveis nas prateleiras desde domingo. O que me faz perguntar: “Afinal, quem é que pediu isto?” O grande truque da Google é que os Googlebooks foram feitos para correr aplicações Android, mas não sem algumas queixas. O dilema aqui é que, segundo a própria Google, nem todas as aplicações se vão dar bem com os processadores Intel. É uma coisa meio estranha, não achas?

A Google afirma que a “maioria esmagadora” das aplicações Android vai funcionar sem problemas, mas que alguns jogos e aplicações complexas podem sofrer. Em bom português: quem tem Intel pode começar a amassar a cabeça. Aliás, a Google diz que está a trabalhar com programadores e com a Intel para que tudo funcione, mas não dá garantias. Ou seja, decisões que encontrámos em países como “Verão à vista ou 20 graus?” parecem menos incertas do que os Googlebooks.

Quando a Arquitectura Entra em Guerra: Intel vs Qualcomm

Os modelos que usam **processadores Intel** — como o Asus Googlebook 14, Lenovo Googlebook 15 e Acer Googlebook 14 — têm uma luta pela frente. As aplicações Android foram, em grande parte, feitas para chips ARM. Portanto, se pensares em termos de gaming, seria como se tentasses meter uma GTX 4090 numa PS2. Não vai funcionar! Assim sendo, algumas aplicações que dependem de componentes nativos, compilados apenas para ARM64, vão travar um belo combate antes de correrem no Googlebook.

O que é divertido, e um pouco nervoso, é que a Google simplesmente não deu nomes específicos às aplicações que podem ter problemas. “Boa sorte, utilizadores!” parece ser o lema. E apesar de ter que lidar com estoques comprados, atenção: a maioria das aplicações funciona devido ao uso abrangente de **Kotlin** para desenvolvimento, mas não põe tudo em pratos limpos quando olhas para o ecrã e vês o ícone de “app a crashar”.

Um Investimento Potencialmente Duvidoso

Agora, vamos falar de preços. Os Googlebooks vão desde €829 a €1.199. Antes de pensares que encontraste uma pechincha, convém lembrar que um MacBook começa em €649, fazendo deste lançamento um autêntico Mercedes ao lado de um Fiat Panda. A Google está a tentar equiparar-se à Apple, mas quem te diz que a experiência vai ser top? Um dos trunfos da Google são os 16GB ou 32GB de RAM. Sabe-se, a quantidade de RAM pode ajudar, mas a história não termina aqui. O armazenamento não é nada de especial, com opções limitadas a 256GB ou 512GB.

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E tudo isto vem com 12 meses de **Google AI Pro**, que dá acesso a **5TB de armazenamento na nuvem** — um bónus de €249,99. Mas, a minha pergunta é: vale mesmo a pena, ou é só fumo para enganar as massas?

No fim, os Googlebooks parecem interessantes, mas é preciso lembrar que sem as devidas adaptações para funcionamento em Intel, vamos ver muito utilizador a fazer cara de “Ai, que confusão!” na hora de correr jogos e aplicações exigentes. Se as tuas expectativas são altas e não queres ver a aplicação do gato a falhar a meio de uma missão, é melhor olhares para outro lado. Este investimento? Bem, decide tu: queres mesmo arriscar a tua paciência por um Googlebook?

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