Então, temos novidades fresquinhas do mundo dos hiperscaladores. Preparem-se porque a memória vai ser a estrela do capex em 2026, chicoteando de uns modestos 8% para uns robustos 30%. Se isto não é uma montanha-russa, não sei o que é! E não se esqueçam do que mais está a acontecer: os preços de DRAM convencional dispararam entre 90% e 95% em apenas um trimestre. Isso mesmo, os preços estão a subir como se fossem a próxima grande criptomoeda!
De volta ao passado com DDR4
A Meta já está a utilizar memória DDR4 reciclada, movendo montanhas e reduzindo o número de servidores até 25% em alguns casos. É como fazer um upgrade no seu PC apenas mudando a fonte de alimentação e ainda por cima vendo o seu primo como um hamster na roda – anda sempre a correr, mas sem sair do lugar! A Marvell, por sua vez, lançou o seu portefólio de memória AI com o controlador de SSD PCIe 6.0 Bravera SC6, que promete ser um verdadeiro turbo para os datacenters.
Ainda não estão a ver a dimensão da coisa? O Bravera SC6 tem 16 canais NAND e é capaz de alcançar as estrondosas velocidades de 3.600 MT/s. É como passar de um carro simples para um Fórmula 1! E se “Doublo” é a nova palavra de moda, a Marvell refere que o SC6 duplica a capacidade do modelo anterior, o Bravera SC5. Com uma abordagem de armazenamento onde são os operadores que controlam tudo – desde a colocação até à colecção de lixo – é a festa da tecnologia.
Subida dos preços? Tranquilo!
Já perceberam que a festa em torno do DRAM é a verdadeira loucura: os preços dispararam, e agora as modules antigas parecem autênticas relíquias. Um módulo retirado de um servidor desativado em 2021 vale agora uma fortuna, e o DDR5 está a duplicar o preço mesmo antes de chegar ao mercado. Se em 2024, a Marvell o utilizou apenas como argumento sustentável, agora é uma questão de sobrevivência financeira para os gigantes do setor.
Enquanto isso, a Meta, que parece estar sempre um passo à frente, desenvolveu o seu ASIC Vistara, um expander que se liga a canais DDR4. A ideia? Diminuir os custos e aumentar a eficiência. É a típica jogada de quem prefere ser um lobo solitário do que um rebanho de ovelhas à espera do próximo barulho de mercado.
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O amor entre o céu e o chão da memória
Para fechar, a Marvell está a tentar conquistar o mercado com a memória CXL, mas há quem diga que é como querer correr uma maratona com sapatos de salto alto. Os números dizem que dois terços dos servidores vendidos em 2025 suportam CXL, mas a aplicação real parece uma miragem. Os benchmarks da Marvell até têm números que fazem qualquer gamer babar, mas sem um modelo claro para comparação, fica tudo na nebulosa do “deixa ver no que dá”!
Em suma, a Marvell parece determinada a fazer ondas no mercado, mas as questões de preços e a implementação prática da CXL ainda são um desafio. Se estás a pensar em investir, prepara-te para nadar em águas profundas. Enquanto uns surfam a onda da nova tecnologia, outros estão a afundar-se em números e preços estratosféricos. A decisão está contigo: será que vale a pena ou é simplesmente lixo tecnológico? Prefiro ficar de fora e observar a confusão!
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